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Arquivo por 2009

livros de marketing mais vendidos dez 18

Top 10 – Livros de Marketing mais vendidos em 2009

Confira os títulos e autores mais vendidos durante o ano. Vale a pena!

Título

Autor

1

Administração de Marketing

Philip Kotler e Kevin Keller

Pearson

2

Marketing Para o Século 21 – Como Criar, Conquistar e Dominar mercados

Philip Kotler

Ediouro

3

A Lógica do Consumo – Verdades e Mentiras Sobre Por Que Compramos

Martin Lindstrom

Nova Fronteira

4

Personal Branding – Construindo Sua Marca Pessoal

Arthur Bender

Integrare

5

Princípios de Marketing

Philip Kotler e Gary Armstrong

Pearson

6

Fazer Acontecer.Com.Br

Julio Ribeiro

Saraiva

7

A Estratégia do Oceano Azul – Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante

W. Chan Kim

Elsevier

8

A Bíblia do Marketing Digital

Cláudio Torres

Novatec

9

Superdicas Para Conquistar Clientes e Para um Atendimento 5 estrelas

Cesar Souza

Saraiva

10

Visão Periférica – Como Perceber Os Indícios de sucesso ou de fracaso da sua empresa

George S. Day e Paul J.H. Schoemaker

Bookman

Fonte: Mundo do Marketing, com Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura e Submarino.
case burger king dez 16

Falar do Burger King quase sempre é fácil… Isso porque de vez em quando os caras piram geral e fazem umas loucuras… Daí não tem como elogiar… Mas geralmente as ações são tão boas quanto a nova, criada no Brasil pela Ogilvy para reforçar o conceito da marca “a gente faz do seu jeito”.

Uma loja da franquia, mais precisamente a loja de Santo Amaro, em São Paulo, terá uma câmera escondida através da qual o cliente terá seu rosto fotografado na hora do pedido e quando for retirar o lanche…. Tcham tcham tcham tcham… Terá um adesivo com sua foto.

bkface

A proposta é surpreender mesmo o cliente e reforçar o conceito. Toda a ação será filmada e a intenção do Burger King é criar uma campanha viral no futuro, a partir das reações das pessoas. Existe a possibilidade da ação ser feita em outras lojas do Brasil!

Para saber mais sobre esse novo case burger king, clique aqui.

Mais fmds Curitiba dez 13

Segundo Dia de Evento – Impressões e avaliação

Ontem (12/12) foi o segundo dia do Fórum de Mídias Digitais e Sociais de Curitiba. Confesso que não pude estar no período da manhã… E não por outro motivo a não ser trabalhar mesmo!!! Já tinha ficado sexta-feira o dia todo fora!

Conversando com um colega de Fórum, o Ricardo Macari, pude extrair informações de fonte segura que a organização do segundo dia (no que diz respeito a horário) foi muito melhor! Na verdade assisti alguns pedaços das palestras e cases via site do FMDS. Parece que em alguns momentos os assuntos estavam bem interessantes.

Foram debatidos o novo conceito de Editoras, além dos limites legais do uso de conteúdo na internet. Depois do coffee, os cases foram de TV Digital como nova mídia social, da Buzz Volume e da Tecnisa. Diga-se de passagem, o case da Tecnisa é maravilhoso. Pude vê-lo no Social Media Brasil, em junho desse ano, em São Paulo.

Cheguei no FMDS a tarde! Na primeira parte, o PodCon+ debateu a Publicidade em PodCasts, com a Bia Kunze (a Garota sem fio). Gostei e concordei com algumas coisas que ela falou. Mas, como ali era um ponto de vista mais de Produtora (e da própria Bia), senti falta de explorar mais o próprio resultado da PodPesquisa como base para falar em publicidade, já que alguns dados foram super interessantes do ponto de vista da propaganda/mídia (para acessar o resultado da PodPesquisa, clique aqui).
Acho que a Bia se prendeu demais em falar que o ouvinte/assinante de PodCast quer saber só do conteúdo e não quer publicidade… mas o resultado da PodPesquisa mostrava um cenário que vinha de encontro ao que ela falou!
Bom, como publicitário, concordo quando ela diz que a mensagem não pode ser intrusiva (seja por ser inconveniente, demasiada ou até mesmo com o anunciante decidindo a pauta do que vai ser gravado). Agora, por outro lado, temos cases maravilhosos, como o apresentado pelo Boticário no próprio evento. A empresa descobriu uma garota que dava dicas de maquiagem na intenert (via canal no YouTube) e patrocinou alguns programetes, mas deixando a menina com liberdade para fazer sua própria pauta, falar do jeito que queria e tudo mais! Deu super certo. A aceitação do público foi maravilhosa e a marca conseguiu uma exposição que talvez não conseguiria em uma ação com atriz global!

Ainda antes do coffee da tarde, o Racum palestrou sobre Distribuição e RSS. Mais uma vez a palestra foi muito boa! Gostei da didática dele, com slides explicativos e aberto para interação dos ouvintes, que volta e meia interrompiam com perguntas e contribuições que também foram muito ricas!
Por sinal, como o assunto é meio técnico e confesso que essa não é muito a minha praia, vou deixar o e-mail do Racum para quem quiser saber mais (já que ele mesmo pediu pra galera que tivesse dúvida escrever pra ele): contato@podpesquisa.com.

E veio o coffee da tarde… como avançamos um pouco no tema de Distribuição e RSS, quando descemos para comer, praticamente não tinha mais nada! A galera do SeoCamp, ETC e BlogCamp devia estar com muita fome!!! Mas tudo bem… isso é o de menos!!!

Na primeira palestra pós coffee da tarde, entrei no SeoCamp. Fiz isso propositalmente, já que o assunto me interessava e muito: Como Planejar e Vender SEO. Eu e o Flávio (que é da área) estávamos de ouvidos em pé para não perde nenhuma informação, já que a agência investirá nesse braço estratégico da internet a partir de 2010. E olha… aí descobri a melhor palestra do evento! O Alexandre Kavinski mandou muito bem! Apresentou um passo-a-passo bem didático sobre o assunto! Vou pedir para o Flávio colocar isso no post dele sobre o SeoCamp no FMDS! Aprendi demais sobre algumas coisas que já tinha em mente, como por exemplo que o SEO é um composto do marketing para a Web, e não simplesmente uma ação isolada da “equipe da informática”.

Voltando para o PodCon+, cheguei no meio de um assunto interessantíssimo, que estava sendo conduzido pelo Macari e pela Bia. Infelizmente não vou poder contar aqui, porque é meio que um segredo e exclusivo pra galera que estava presente no evento!
Pra quem acompanha PodCast, em breve terão uma surpresa que considero uma grande evolução do meio, pensando nele como social media!

Ufa! Mesmo sem participar do evento no sábado pela manhã, mais uma vez foi muita informação!

Como avaliação final, digo que o evento foi bom sim!
Curitiba ainda está começando a produzir eventos nesta área… mas o nível já está bem bacana! Em cada evento satélite tinha “gente grande” pra conduzir os debates!

Se for atribuir uma nota final, dou 7,5 para o FMDS 2009!

E que venha o 2010! Com certeza estarei lá!

fmds Curitiba dez 11

Primeiro Dia de Evento – Impressões e avaliação.

Hoje foi o primeiro dia do Fórum de Mídias Digitais e Sociais de Curitiba, que acontece na UP (Universidade Positivo) – Escola de Negócios, com apoio da Rádio 91Rock, CCPR, Grupo de Mídia Curitiba e APRADI.

Aqui da agência fomos Eu (Felipe Carvalho) - Diretor de Mkt e o Flávio – Diretor de Web.

Bom, com atraso de quase meia hora deu-se início a palestra do Ney Queiroz Azevedo, cujo tema foi “Novas Mídias para Novos Consumidores”. O Ney tem uma grande bagagem na área, inclusive é Diretor do Grupo Outdoor Mídia e trabalha focado em soluções de novas mídias e formatos. O assunto era muito interessante, porém, o tempo foi curto demais! De tudo que ele falou, uma coisa me marcou muito e acho legal compartilhar: vivemos na Era da Informação (nossa, que novidade!!!! mas não é só isso). As pessoas hoje são hiper-estimuladas, ou seja, o impacto de mensagens acontece a todo instante, seja ele diretamente publicitária ou não! Com esse cenário, cria-se a necessidade dos mercados de nicho, onde a empresa precisa focar seu canal e dirigir a mensagem apenas para o público que realmente a interessa (e que também seja interessado pela marca). É nesse processo que as redes sociais ganham força. Porém, para saber utilizá-las, é preciso ter claro que as redes não são apenas mais uma mídia tradicional e de mão única. ”Quem consome mídia, faz mídia”, essa é a grande lógica das mídias sociais. Por isso, as empresas devem estar preparadas para receber elogios, críticas, “lavadas”, reclamações, “xingões”, e por aí vai! O importante é ter estrutura para tratar desses assuntos com clareza, honestidade e agilidade. Dessa forma, e só dessa forma, é possível que a empresa chegue a reverter um sentimento negativo do cliente pela marca.

O tema seguiu sendo discutido através de um debate, mediado pelo próprio Ney, com a participação da Maria Rafart (Psicologa e apresentadora do programa 91 Minutos, na Rádio 91Rock) e um Professor de Mídias Digitais da UNIBRASIL (que sinceramente esqueci o nome). Nesse momento houve interação total do público presente, levantando discussões como a capacidade do ser humano em absorver as mensagens pelas quais é impactado no dia-a-dia e a participação das marcas de forma efetiva nas redes sociais (é claro que foram lembrados cases como o da Doritos e da American Airlines).

Após o coffee-break da manhã, o assunto foi CASES. Foram três: Prefeitura 2.0 (Case da Prefeitura de Curitiba e agência Master), O Boticário (diversos cases e ações de mídia social) e Meu Móvel de Madeira (da OpusMultipla).
De todos, o melhor foi o da Prefeitura 2.0 – uma ação que, na época,  acompanhei como consumidor e interagi mesmo. Foi legal saber como esse briefing  foi realizado desde o começo (para quem não sabe, o case é do site www.souligadoacuritiba.com.br). É uma pena que, por motivos políticos, o site tenha saído do ar. Também achei curiosa a estória do Meu Móvel de Madeira, que começou meio por acaso, com uma dificuldade que a empresa estava em zerar seu estoque, quando da grande desvalorização do dólar (já que os produtos eram destinados à exportação).

Ufa! Foi bastante coisa em um curto espaço de tempo! E essa é a minha grande reclamação. Os assuntos ficaram meio superficiais, sem profundidade e espaço para maior discussão. Mas tudo bem…

A tarde participei do PodCon+, enquanto o Flávio foi para o SEOCamp (vou pedir para ele escrever as impressões dele e também avaliar…).
No meu caso, foi uma pena que três, dos quatro palestrantes não puderam estar. Na verdade, dois estavam, mas um deles teve problemas pessoais e precisou ir embora antes.
Meu objetivo nesse evento satélite era reunir mais informações e falar com gente acostumada a produzir PodCast, isso porque aqui na agência começamos com a experiência, mas paramos no primeiro áudio (ano que vem voltaremos com um projeto realmente estruturado)!
Achei muito útil porque acabamos discutindo a tarde inteira sobre a Pesquisa “PodPesquisa 2009″, analisando dados e conferindo as tendências. Isso foi muito importante para o estágio que estamos, ainda iniciantes!
Resumindo, foi muito legal. Parabéns para o Ronaldo Ferreira, o RACUM, que conduziu de forma dinâmica e participativa esse painel.
Ainda nos sobrou tempo para, das 17h às 18h, falar um pouco sobre direitos autorais nos PodCasts. O interessante é que tinha um advogado no meio da jogada. Ele esclareceu bastante coisa!

É isso gente!

Esse foi o primeiro dia do FMDS Curitiba 2009!

Amanhã será o encerramento, com mais um dia cheio, começando as 8h.

De 0 a 10 (em um jeito tradicional de avaliar), dou nota 6,5 para o primeiro dia!

Prometo que no máximo segunda-feira posto as impressões e avaliação do segundo dia e geralzona!

Caso queiram assistir o evento ao vivo amanhã, é só acessar: fmds

Uma ação de PROMO com os promotores na internet dez 07

Hoje, quero relatar uma cena que presenciei ontem e me deixou indignado. E olha que a empresa nem é cliente aqui da agência.

Ao chegar a um shopping aqui de Curitiba para revelar umas fotos, me deparei com um quiosque de uma escola de inglês. Ação legal, porque complementa uma grande mídia investida ao longo do segundo semestre (com direito a garoto propaganda do 300 e tudo).
Ao me aproximar, já estranhei o fato de ver apenas um promotor. Logo pensei: “os demais devem estar em horário de lanche, sei lá!”. Mas ao passar diversas vezes pela mesma cena, o fato se repetia.

Do que adianta investir em um quiosque bem localizado, num dos shoppings mais movimentados da cidade, se apenas um promotor está à disposição para os interessados? E o que pensar se esse único promotor estivesse “navegando na internet” enquanto milhares de hot prospects estão passando de lá pra cá?

Ora, poderia gastar um belo português neste post, mas prefiro, como sempre, ser objetivo e levantar uma bela discussão: Do que adianta uma ação de PROMO (promoção de vendas) se você não tem promotores para isso? Ou se os promotores que você contratou não estão comprometidos com a ação?

Neste caso, penso que agência e cliente devem estar bem atentos, pois o que sobra nisso tudo é a reclamação de um cliente insatisfeito e as desculpas de uma agência que nem ao menos fiscaliza as suas ações.

Uma ação de PROMO, na minha opinião, deve ter resumidamente: um local diferenciado e privilegiado (essa tinha), um investimento em estrutura e suporte para dar profundidade à ação (essa tinha) e uma equipe comprometida com resultado (essa, definitivamente, não tinha).

Marketing Viral para vender dez 01

Pessoal, tive acesso a este artigo seguindo o @admnews no twitter.

Confesso que quando comecei a leitura pensei ser mais uma corrente de “nomenclaturas” modernas para o velho marketing, mas não, achei bem objetivo e prático, dando uma boa diferenciação entre algumas ações de marketing, desde o boca-a-boca até a força de ações integradas.

Vale a pena conferir!

Por Marcelo Pirana - Administradores.com.br

Muito tem se falado sobre ações de marketing e vendas com o menor investimento e maior convergência possíveis, incluindo também a procura cada vez maior pela fidelização de consumidores, buscando torná-los naquilo que o que o marketing moderno chama de clientes evangelistas.

Por estas tendências e necessidades, fica evidente que o uso de ações buzz ou marketing viral passa a ser uma excelente opção para transformá-las em realidade. São temas ainda pouco difundidos, não utilizados fortemente e sem conceitos bem enraizados se comparados a outras ações como, por exemplo, promoções de vendas. De qualquer maneira o uso destas estratégias é um caminho sem volta, ainda mais com o crescimento da internet, que facilita e barateia este tipo de ação.

Temos ainda muita confusão entre os conceitos de marketing viral e buzz marketing. A pergunta que se faz é se existem diferenças entre eles ou são apenas nomes aplicados por autores e profissionais diferentes. Além disso, consideramos que se faz necessária a análise não somente destes dois itens, mas também de outros que passem a constituir uma ação completa, desde a indicação até a venda de produtos.

Para responder estas questões e fazer com que os profissionais possam usar o mesmo padrão de referência, propomos a seguinte analogia e conceituação:

Marketing de boca-a-boca: indicação
Consideramos “a ação ou o ato de falar ou indicar algo a alguém”. Ação esta que nasceu praticamente junto com a humanidade e inerente das características do ser humano “social”. Próprio da vida em sociedade, uma necessidade básica de compartilhar coisas boas e ruins.
Todo ser humano, em maior ou menor frequência, já ouviu ou espalhou uma notícia, um fato, ou a popularmente chamada “fofoca”. Estas atitudes das pessoas, intencionalmente ou não, acabaram sendo usadas pelos “comerciantes” de todos os tempos.

Podemos considerar que, quando usadas de forma estratégica e profissional no mercado, temos a integração entre o marketing e o boca a boca. Ou seja, o marketing de boca a boca.

Marketing viral: multiplicação
É uma fase posterior e mais ampla do marketing de boca-a-boca. É preciso que existam ferramentas tecnológicas que permitam que ele se torne viral (ou pandêmico).
Talvez a primeira tecnologia que propiciou a multiplicação viral de informações tenha sido o telefone. Todavia, nada pode ser comparado à internet. A potencialização foi extrema. Em poucos cliques o conteúdo chega a uma infinidade de contatos e a internet propicia um alastramento muitíssimo mais rápido que no mundo real ou mesmo através do telefone.

Uma observação se faz necessária: consideramos como “fatos virais” as multiplicações de notícias, vídeos, etc. que acontecem naturalmente, sem ou com a intenção de tornar-se viral, mas que não divulgam propositadamente qualquer tipo de marca/produto/serviço.
Ações “pensadas” e preparadas intencionalmente por empresas, utilizadas como forma de divulgar uma marca/produto/serviço, é o que podem ser consideradas como “marketing viral”. Todavia, ainda estamos trabalhado em um nível superficial de “relacionamento” e apenas realizando a função de divulgação ou propagação da mensagem ao possível cliente da empresa.

Buzz marketing: relacionamento
O termo buzz traduzido para o português que dizer zumbido (Michaelis/UOL, 2009), mas podemos citar também alguns outros substantivos que ele indica: sussurro, murmúrio, rumor, isca artificial.

O “marketing do zumbido” é mais do que o espalhe de informações. Realiza um trabalho parecido com o das abelhas, que passam a ter um “relacionamento” mais íntimo e importante com as flores que fertilizam, levando um pouco de seu néctar e outros polens para fecundar outras flores. Uma relação natural, inteligente e necessária para a sobrevivência das duas espécies. Fazendo uma analogia com empresas e consumidores, que bom seria se mantivessem sempre uma relação assim!

Utilizando-se das características e técnicas dos anteriores, o buzz marketing é aprimorado com ações estratégicas bem definidas, elaboradas e monitoradas para atingir os objetivos previamente definidos. Parte do princípio da busca a um nível mais avançado de conhecimento e relacionamento com seu público-alvo, baseados inclusive nos estudos referentes ao consumidor.

O planejamento estratégico é necessário para o sucesso da ação. Busca-se o nível maior de comprometimento entre a empresa/cliente dentro da ação. Também poderão ser utilizadas técnicas e ferramentas de fidelização, ou em um termo mais recente, de evangelização de clientes (fazer com que os clientes sejam fiéis à marca/produto/serviço, ao ponto de querer “evangelizar” e até convencer outros possíveis clientes a comprá-los pensando sinceramente que: “Se é bom para mim vai ser bom para eles”).

Buzz sales: vendas
Seguindo o raciocínio anterior, o buzz sales é uma evolução ou uma sequência lógica e com objetivo bem definido, que é vender! Aqui batizamos com o nome de: “buzz sales”, ou “vendas por zumbido”. Esta etapa merece ser “separada”, analisada e planejada com todo o cuidado e atenção pelos profissionais de marketing e de vendas.

Preço, formas de pagamento, atendimento, garantias, etc. precisam ser ainda mais atraentes e as informações, claras e objetivas, para que haja o consumo através do buzz sales “online”. Com o buzz sales fechamos ciclo natural da ação de buzz, inciado pelo marketing de boca-a-boca, potencializado em sua multiplicação pelo marketing viral, qualificado pelo buzz marketing e convertido em vendas pelo buzz sales.

Uma ação pode ter todas estas etapas ou apenas uma, duas ou três delas. Tudo depende da necessidade e objetivos. Mas uma ação completa somente é finalizada com a venda do produto ou serviço.

Buzz force (Força do Zumbido).
O conjunto dessas ações é o buzz force. O termo “force” foi escolhido para que representasse toda a força que uma ação completa, bem feita e realizada pode obter de resultados. É um nome forte, com características de fácil lembrança, de possível aceitação pelos profissionais, e adequado a uma proposta de padronização.
Enfim, podemos relembrar as palavras chaves que resumem as características de cada etapa do BUZZ FORCE:

• Marketing de boca a boca: indicação
• Marketing viral: multiplicação
• Buzz marketing: relacionamento
• Buzz sales: venda

O que vale mais: A promoção ou a confraternização? nov 30

É sempre a mesma história. Final de ano chegando e as empresas começam as confraternizações. Festa do setor, amigo secreto, festa da empresa, churrasco na chácara do supervisor, e assim vai…

Até aí tudo bem. Acho válido que as empresas tenham esse momento de descontração e relaxamento depois de um ano de trabalho. Faz bem! Mas o que não entra na minha cabeça foi a cena que presenciei ontem a noite, em um shopping aqui de Curitiba-PR. A campanha anunciava que as lojas estavam com preços promocionais (pelo período de compras para o Natal). Ao chegar no shopping as 19h25, horário em que todas as lojas deveriam estar abertas, encontro justamente a loja em que eu iria comprar um presente, fechada.

A placa dizia: “Volto já”. Ok. Isso é normal. Mas ao prestar atenção em uma outra placa pendurada na porta, me surpreendi ao ler: “Fechamos mais cedo para a confraternização da empresa”. Na hora me perguntei: “Do que adiantou o investimento em mídia para anunciar que a loja estava em promoção se justamente naquele final de semana era a confraternização da empresa?”.

Ora, comentei com a minha noiva que realmente as pessoas são engraçadas. Aposto que se a promoção não sair a contento do dono da loja, ele culpará a mídia, dizendo que “fazer propaganda na TV não adianta”. Mas vai adiantar onde, se justamente no final de semana de promoção a loja fechou mais cedo para confraternizar? O ano pode ter sido maravilhoso, mas espera um pouco… será que tão bom assim que pudesse desprezar as últimas horas de promoção de um shopping lotado? – e estava tão cheio que, mesmo meia hora após o término das atividades das lojas e praça de alimentação, enfrentei uma fila considerável para pagar meu ticket de estacionamento.

Alguém tem que ensinar de uma vez por todas para o pequeno empresário, que só sabe falar mal do grande ao invés de tomar conta do seu negócio, que empresa só cresce quando tem trabalho!

Desprezar uma promoção com apelo tão grande de mídia por uma confraternização que poderia muito bem ter sido feita em outro dia?

O que vale mais: A promoção ou a confraternização?

Para terminar, acabei comprando o presente que precisava em uma outra loja que vendia o mesmo produto. Não me contive. Disse à vendedora que ela ainda venderia muito mais naquele dia, porque o concorrente resolveu fechar mais cedo para festar. Ela sorriu com satisfação e certamente ficou muito feliz com a informação!

Saíram as primeiras marcas mais faladas do Twitter nov 25

Pessoal, publicamos aqui no blog da FWF diversas ações feitas no Twitter por empresas de vanguarda em investimento em tecnologia digital, outras com ações mais simples e que também foram eficazes, bem como o próprio desenvolvimento desta rede social.

Hoje o assunto é: marcas mais faladas (ou twittadas) na rede.

Um estudo inédito do IDG – Instituto Digital, buscou avaliar o comportamento e a influência de diversas empresas através do Twitter.

Veja o texto bacana do Fábio Bandeira de Mello, do www.administradores.com.br:

A utilização do Twitter vem se tornando uma febre não somente para os internautas, mas também para empresas que querem estar mais perto do seu público. Um estudo inédito no Brasil, realizado pela IDG – Intituto Digital, buscou avaliar o comportamento e a influência de diversas empresas através do Twitter. Nesse trabalho foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos.

A pesquisa apontou que a presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a própria marca nessa rede social. Entre os setores que mais apostam na presença no Twitter estão os segmentos de telefonia e automotivo. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores) o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro.

O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar. Entre as marcas mais comentadas no microblog estão a Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura.

Dinâmica da Pesquisa

Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.

São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período.

Segundo o consultor do iDig, Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas. A pesquisa pode ser acessada no site www.idig-institutodigital.com.br.

Uma história curiosa… e real! nov 24

Gente, pra quem vem acompanhando o nosso blgo certamente já percebeu que de vez em quando postamos assuntos que parecem, mas só parecem, que não são ligados à comunicação, marketing, web, e outros assuntos da área.

Hoje eu trouxe uma história que achei muito interessante, isso porque ela retrata a situação de milhares de brasileiros que, tentados pelo “crédito fácil”, acabam por vender suas almas para o diabo.

Até pode parecer que estou sendo contraditório, porque nessa história vai se falar de “propagandas enganosas, abusivas”, mas é justamente por isso que resolvi publicar esse post. Aqui na FWF, nós temos ética acima de tudo. Jamais entraremos em um job que pode ser prejudicial ao consumidor no final das contas!

Leiam e tirem suas próprias conclusões:

Por Lisandro Moraes
Você já deve ter ouvido a expressão “vender a alma para o diabo”.  Ela é utilizada para ilustrar histórias de pessoas que em troca de um favor assumem um compromisso que não conseguem pagar e têm que dar sua alma ao diabo em pagamento.
Nestas histórias, o diabo costuma ser gentil e oferecer enormes vantagens para lhe “ajudar”.

É assim também com o “crédito fácil” no Brasil.

Vou fazer você entender porque tem que ter tanto medo de “crédito fácil” quanto tem do diabo. Até porque os dois são bem parecidos.

O crédito fácil é assim: Propagandas bonitas, tudo é maravilhoso, vantagens e mais vantagens…

“Você é nossa razão de viver.” “Nosso cliente preferencial” “Sem você não somos nada” e outros slogans que deixam você até com lágrimas nos olhos.

Então, você fraqueja e se rende aos encantos de tamanha generosidade e busca uma agência daquela empresa que tem você em primeiro lugar.

Lá chegando é atendido pelo gerente. Um cara muito boa pinta, com um terno vermelho, uma barbicha empapada de gel, um perfume do melhor enxofre francês, um impecável penteado a la capet.

- Venha Sr. Fulano, somos seus amigos e queremos lhe “dar” crédito, muito crédito… ele diz.

Você acredita, fica encantado com tanta educação e gentilezas: ar condicionado, cafezinho, vantagens e mais vantagens…É a salvação para todos os seus problemas, o melhor negócio que você já fez na vida. Bem, na verdade, você nem se lembra porque está ali, mas se aquele rapaz gentil e bem abençoado está lhe dizendo, é porque deve ser!

- Veja Sr. Fulano, é rápido e fácil. Aqui estão: cartões de crédito, cheque especial, empréstimos, financiamentos, CDCs. O senhor assina aqui, ali, acolá e pronto! Seu crédito está aprovado!  E sua alma e seu salário serão nossos! Há, Há, Há ….. (risadas demoníacas)

Infelizmente esta última parte, que fala da alma, do salário e das risadas, ele não conta para você.
Você só descobre quando começa a “pagar pelo favor” e vê que não era nada daquilo que havia sido prometido. Então você lê o contrato e descobre a burrada que fez.

- Meu Deus! você fala – O capeta cobra juros, juros sobre juros, multas e mais encargos se eu atrasar. Ele multiplica a dívida se não for pago o favor na data certa. E o valor da parcela que ele havia dito não era esse que está aqui no contrato, que é bem maior.

Você não leu isto no contrato? Estava ali escrito, naquelas letras pequeninas, quase invisíveis ou será que não estava no contrato? Ah, claro, está no contrato que está registrado no cartório de Capetópolis no 666º cartório e cuja cópia lhe foi fornecida quando da assinatura, ou deveria mas não foi. Bem, o que importa é que sua alma terá outro dono se você não pagar sua dívida.

Então você começa a atrasar o pagamento. Agora você deixou o “Coisa Ruim” feliz! Ele sabe que você virou seu escravo e sabe que você não vai conseguir pagar o favor. Ele nunca joga para perder, e ele vai vir para buscar sua alma.

Sua alma e seu esforço serão escravos dos juros. Todo o seu salário será para pagar os juros por aquele favor que ele lhe fez em lhe dar todo aquele “crédito fácil”.

Mês após mês você tenta pagar o favor, mas não consegue. Já falta comida na mesa para sua família, seu salário vai todo para pagar juros, e você não consegue pagar o favor.

Então você recebe uma visita:

- Sr. Fulano, tudo bem? ele pergunta quando você abre a porta.

- Diabo, você por aqui? ? você responde enquanto ele já vai entrando na sala.

Ele coça o cavanhaque e pergunta:
- Já conseguiu aquela grana pra me pagar?

Você responde sem jeito:
- Quase…. Na verdade, ainda não, mas…..

Ele interrompe você e diz:
- Bem, vou mostrar como eu sou bonzinho. Não vou levar sua alma desta vez, mas vou levar seu carro, sua casa e estas outras coisas aqui ó! E isto só vai cobrir os juros viu! Ah, e vou levar seu nome também.

- Meu nome ? você pergunta. Como assim?

- Sim! Vou levar seu nome pro SPC e SERASA. Há, Há, Há ….. (risadas demoníacas). E seu nome vai ficar no purgatório, no mínimo 5 anos…

O diabo vai embora levando tudo, mas deixando você com sua alma e seu trabalho (até porque ele precisa que você trabalhe para continuar pagando os juros!).

Mas ele não vai sossegar, ele vai lhe infernizar dia e noite. Vai mandar seus capetas ligarem para seu celular, para seus vizinhos, parentes e para o seu trabalho.

- Sr. Fulano? Aqui é da parte do diabo! O senhor continua devendo aqueles juros por aquele crédito fácil que ele lhe conseguiu.

Você dirá:
- Eu sei, eu sei, ainda não consegui os R$ 5.000,00! e a voz alterada do outro lado da linha dirá:

- R$ 5.000,00? Não! Agora são R$ 10.000,00! É que o diabo tem que sustentar os seus diabinhos. O senhor sabe como é!

Você fica atônito e não responde nada.

- Bem, se o senhor não pagar teremos que mandar nossa equipe de capetas aí pra falar com o senhor e aí a coisa vai ser pior. Vamos lhe arrancar a alma à força.

Sua alma será levada para o inferno das dívidas e você será atormentado até o dia em que a santa prescrição vier lhe salvar ou até pagar aquela fortuna incalculável que você nunca sonhou ganhar, mas pelo fato de ter pego o crédito fácil, terá que pagar.

Agora você entendeu porque usar crédito “fácil” no Brasil é como vender a alma para o diabo? Conseguiu fazer uma comparação na fábula que conta com a realidade do crédito no Brasil?

Espero que tenha entendido e o mesmo medo que sinta do diabo, sinta do “crédito fácil”. Da próxima vez que lhe oferecem, fuja!