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Arquivo por junho, 2009

Engajamento: a nova métrica do marketing jun 30

Tive acesso ao artigo abaixo, publicado pelo Merigo, no Brainstorm 9. Ele é de 2007, porém, o assunto é muito atual. Vale a pena conferir e abrir uma discussão sobre o tema. Muitas empresas, sejam agências ou clientes, não estão atentas às mudanças e por isso começaram a patinar depois do boom das Redes Sociais.

Por Merigo,

Dentro daqueles milhares de conceitos que aprendemos sobre marketing, um deles diz que o processo de compra é um funil. Baseada no princípio da subtração, essa idéia nos diz que a adoção por uma marca passa primeiro pelo conhecimento, depois consideraçãopreferênciaação e, enfim, a tão sonhada lealdade. Assim como num funil de verdade, de milhões de pessoas que forem atingidas pela sua comunicação, restarão algumas poucas verdadeiramente aliadas a sua marca.

Só que nos últimos anos o velho funil do marketing sofreu uma inversão, alterando dramaticamente o modo como as marcas são construídas. Hoje conectados em rede, e cada vez mais rejeitando o auto-elogio da publicidade e buscando conteúdo relevante, os consumidores tem uma percepção diferente do que é o valor de uma marca.

É por isso que diversos teóricos e/ou institutos especializados vem tentando desenhar o novo funil, espiral ou que quer seja do marketing. No fim das contas, o que importa é a complexidade que tomou o processo que leva um consumidor a se tornar um evangelista da marca. Resumindo: as próprias marcas não são mais as donas desse controle.

Primeira coisa: consumidores? Não, não senhor. São pessoas. Pessoas que hoje se tornaram micro-segmentos, divididas por interesses, formando comunidades em torno de algo comum. Isso nos leva a considerar, definitivamente, o engajamento como nova métrica do marketing.

Durante muitos anos o objetivo principal de um plano de marketing, de uma comunicação, era gerar conhecimento em massa. Quanto mais pessoas ficarem sabendo do nosso produto ou marca, mais iremos vender. Hoje isso continua até funcionando de certa maneira, mas é a alternativa mais difícil e custosa. Um ciclo vicioso de investimento e retorno que só aumenta.

Portanto, mais do que nunca vale a tentativa de atrair pessoas e engajá-las em torno de algo. Criar envolvimento, interação. É o contato ao invés da intrusão. A troca do awareness pela lealdade de fato. Afinal, não é isso que tanto as marcas desejam?

Como exemplo podemos citar algumas das marcas mais lucrativas dos dias de hoje. Apple,StarbucksGoogleMINIGuinness, etc. Ao invés de focarem em alcançar consumidores com níveis massivos de conhecimento de marca, elas encontram maneiras de alimentar o engajamento e envolvimento. São marcas que adicionam valor real a vida das pessoas através da experiência com seus produtos, criando uma cultura própria em torno de si e tornando-se verdadeiros símbolos sociais.

Um gráfico divulgado recentemente pelo instituto Forrester Research demonstra a complexidade desse novo funil do marketing, se assim podemos chamar:

Baseado nisso, o theCword propõe simplesmente invertermos o tradicional funil. O resultado é uma pirâmide, não invertida como no conceito original, mas em que o engajamento da marca em torno de uma comunidade poderá gerar diversos evangelista, ao invés de poucos compradores.

Já David Armano do Logic+Emotion, desenhou uma espiral que mais uma vez corrobora a tese do novo mundo das marcas: interação e engajamento criam uma comunidade de advogados da marca.

Como bem disse o Mauro no CarreiraSolo, essa inversão de papéis não é responsabilidade apenas dos avanços da tecnologia, das novas formas digitais de interação entre as pessoas, já que se envolver com uma marca através de evangelistas sempre foi um comportamento humano típico.

Porém, as possibilidades criadas pela tecnologia de unir as pessoas em comunidades e segmentá-las por interesses estão sendo fatores decisivos nessa mudança de conceitos e, principalmente, na maturidade dos consumidores.

Fonte: Brainstorm 9.

Seu ‘sobrinho’ pode decretar o fracasso do seu site. jun 29

Profissionalismo é essencial na hora de criar o seu ambiente na web.

Para melhor esclarecer: é claro que ‘sobrinhos’ podem criar sites que sejam bonitos e eficazes. O que não pode é deixar que o sobrinho, sem a capacitação mínima, só porque domina a tecnologia, seja o responsável por essa ferramenta tão importante para qualquer empresa hoje em dia.

Mas deixemos esse assunto de lado. A mensagem principal a ser passada é que internet não é brincadeira. Basta estar na rede para ser julgado pelos milhares de internautas. Hoje o Brasil é um dos países onde as pessoas mais ficam conectadas à internet. Nesse sentido, a empresa que quer vencer a concorrência da globalização não pode escolher o orçamento do sobrinho, que é infinitamente inferior ao de uma empresa com equipe de profissionais especializados no assunto. “É o que eu posso gastar agora”. Essa talvez seja a frase mais ouvida e a justificativa mais utilizada quando se escolhe o orçamento do sobrinho, do vizinho, do cunhado. Mas atenção! Primeiro pense que criar um site não é um custo, mas um investimento. Procure orçamentos que estejam na média do mercado.

Veja abaixo alguns exemplos dados por Daniel Tapias* para descobrir se um site foi criado pelo sobrinho:

- O objetivo ou o assunto do site não está esclarecido logo na página inicial.

- Imagens pesadas causam demora no carregamento das páginas.

- Imagens que não são visualizadas (aparecem como um “x” vermelho)

- O site não obtém o retorno esperado.

- O tempo de permanência do usuário no site é inferior a um minuto.

- Páginas com projetos visuais mal elaborados.

- Imagens grandes e que não agregam valor algum à identidade visual da empresa.

- Uma navegabilidade ruim. Podemos citar como exemplo sites que contenham uma animação razoavelmente longa que obriga o usuário a esperar alguns minutos a mais para ter acesso à informação que procura.

- Informação de difícil acesso. Pode ser que a informação esteja a um clique, mas que obrigue o usuário a pensar “Onde está?”. A navegação deve ser o mais intuitiva possível.

- Animações que desviam a atenção do usuário do foco principal.

- Cor de fundo que torna o texto ilegível.

- Insistir em mostrar um contador dizendo quantas vezes o site foi visualizado.


Outra informação importante que você deve saber é que um site é criado para um determinado público. Por isso, ele deve ser pensado desde o início do projeto no perfil e necessidades que essas pessoas têm.

Clique nos links abaixo, eles são sites criados por nós:

www.polyspray.com.br

www.valorho.com.br

www.brulayp.com.br

www.hbmaterial.com.br

www.abstratus.com.br

www.multiprintcartuchos.com.br

www.jordaodistribuidora.com.br

www.artesfestas.com.br

www.casaluzeagua.com.br

www.stopwayhotel.com.br

www.shalonfotoevideo.com.br

www.hspromocoes.com.br

* Daniel Tapias é consultor da Infonova.

Quando o consumidor vira evangelista da marca jun 27

Não há como negar que as empresas perderam definitivamente o controle sobre o consumidor. Entramos na era das Redes Sociais, onde mais importante do que dar ouvidos à uma campanha criada pela empresa para divulgar sua marca ou produto, está a troca de informações, dicas, recomendações etc.

É estranho, mas ao mesmo tempo interessante, diagnosticar que as pessoas conversam entre elas, mesmo sem se conhecer pessoalmente, para saber se um determinado produto é bom, se tem ergonomia, usabilidade, como foi a experiência de consumo ou se vale a pena pagar um determinado preço para adquiri-lo. Certamente para as empresas esse ‘novo consumidor’ é um mundo a ser explorado. Muitas marcas perderão espaço e abrirão um vasto campo de possibilidades para quem souber se adaptar à nova onda do consumidor.

A grande responsável, sem dúvida, por essa inversão de conceitos, é a internet. Hoje, a tradicional forma de pensar a comunicação, com emissor/receptor ou meio/mensagem, precisa se preocupar com o que as pessoas estão falando nas Redes Sociais e o que isso representa de impacto na mensagem enviada e no posicionamento do seu emissor. Não quero pregar aqui uma revolução, longe disso, mas é necessário estar atento à essa mudança conceitual e adaptar a mensagem aos novos meios.

O exemplo que quero deixar hoje é recente. Algumas horas atrás estava assistindo o programa Caldeirão do Huck com minha mãe e minha irmã quando fui surpreendido pela história da Stefhany, uma menina do interior do Piauí que faz sucesso cantando músicas ‘bregas’. Uma delas, intitulada ‘Eu sou Stefhany (No meu Cross Fox)’, já foi vista por mais de um milhão de pessoas no You Tube. E é justamente isso que chama atenção. No nome da música tem o nome de um carro, o Cross Fox, da volkswagen.

A história dessa jovem, de apenas 17 anos, representa o que se chama ’ser evangelista da marca’. A paixão pelo Cross Fox fez Stefhany criar a letra de uma música onde pudesse contar, além disso, o caso mal sucedido de amor. E deu muito certo. Dezenas de pessoas já imitaram o clipe de Stefhany e outras criaram suas próprias histórias, fora as “respostas” criadas (algo que se tornou comum no meio musical). Fazendo uma rápida pesquisa no You Tube, percebi que são milhares de visualizações para centenas de vídeos que têm em seu nome a marca Cross Fox.

O resultado de toda essa repercussão foi a participação da jovem cantora no DVD gravado por Preta Gil no Canecão, no Rio de Janeiro, e diversos artistas cantando sua canção em seus shows. O ápice, fruto de uma promessa de sua mãe, foi a apresentação de Stefhany no palco do Caldeirão do Huck. No final, o Gerente de Marketing da Volkswagen presenteou-a com um Cross Fox.

E é justamente nesse ponto que eu queria chegar. Pensem no trabalho que as empresas estão tendo para inserir suas marcas, sem serem agressivas, nas Redes Sociais. Para a volks, Stefhany é mais que uma apaixonada por Cross Fox, ela é uma evangelista e propagadora da marca em um meio onde ninguém ainda sabe ao certo o que fazer para transmitir uma mensagem que seja eficaz.

Foram milhões e milhões de pessoas ouvindo que o Cross Fox é um carro para diversão, um amigo que te leva para todos os lugares. Isso não é fantástico? Social Media é isso! A volks se preocupou em criar um produto que fosse eficiente e tivesse um conceito próprio e ninguém melhor do que as pessoas para difundirem isso!

Bom, deixo abaixo o link para vocês acessarem o vídeo da Stefhany. Divirtam-se! 

http://www.youtube.com/watch?v=RmPB47Q-GKY

Fazer Social Media também está ligado à ideia de encontrar os evangelistas da marca e através deles propagar uma mensagem na internet. Esse não foi o caso da Stefhany, mas pode ser o de outras empresas, como a Doritos, na campanha do Doritos de 5 kg.

Tchau!

3 Grandes Ensinamentos de Peter Drucker jun 26

Tive acesso ao artigo abaixo, escrito por Raúl Candeloro no site www.administradores.com.br. Inclusive, para aqueles que gostam de conteúdo de Marketing/Administração, é bom sempre dar uma olhada neste site. Tem muita gente escrevendo sobre assuntos atuais e, acima de tudo, relevantes. Administração e Marketing são duas ciências em constante transformação.

Aproveitem bem a leitura!

Por Raúl Candeloro,

Mais importante e influente estudioso de gestão do mundo, Peter Drucker foi um guru, uma lenda internacional e um ícone dos negócios. Conhecido por criar vários conceitos sobre os quais se construíram os pilares da gestão moderna, Drucker teve um jeito não convencional de explorar a história da gestão e das suas idéias para o futuro. Sim, ele sabia do futuro como ninguém.

Drucker foi escritor, professor e consultor durante mais de 60 anos. Ele criou conceitos que fizeram da gestão um campo legítimo de estudos acadêmicos. O ponto-chave de sua defesa foi a visão de que a coisa mais importante em uma organização são as pessoas. A influência de seus pensamentos foi tão grande que ele freqüentemente é chamado de Pai da Gestão.

Com mais de 30 livros publicados (já imaginou?), essa grande referência em gestão teve muito a nos ensinar. É impossível tentar resumir suas idéias e conceitos mais importantes aqui ou em qualquer outro lugar. Suas obras são completas, instigantes e muito sólidas.

Escolhi três ensinamentos para que você possa conhecer um pouco mais de Peter Drucker, mas principalmente para que você possa levar essas idéias para a sua empresa e fazer dela um grande sucesso.

Ensinamento 1 – AUTOGERENCIAMENTO: Empresas estão passando por mudanças radicais em suas estruturas, no trabalho que elas desenvolvem, no tipo de conhecimento que elas precisam e no tipo de pessoas que elas empregam. Com novas necessidades e objetivos, Drucker diz que hoje precisamos nos autogerenciar mais do que em qualquer época.

Sim, não há mais espaço para empresas com estruturas inchadas, com mesas demais para pessoas que pouco fazem. Não tem mais espaço para ter um estagiário, um funcionário que cuida desse estagiário, um supervisor que cuida desse funcionário, um supervisor-chefe que cuida do supervisor, um gerente que cuida do supervisor-chefe, um gerente geral que cuida do gerente e assim por diante. Uma empresa com esse tipo de hierarquia extensa está em grandes problemas, pois vai ser difícil sustentar esses custos por muito tempo.

A grande idéia aqui é: cada profissional tem de saber exatamente qual é o seu trabalho e aproveitar o tempo destinado para isso para fazê-lo, e da melhor forma possível. Drucker dizia que devemos constantemente nos perguntar: Quais são as minhas forças? Quais são os meus valores? Onde pertenço? Qual deve ser a minha contribuição?

Um profissional que sabe responder a essas perguntas sabe também qual é o seu trabalho. Você, como líder, deve incentivar para que sua equipe tenha esse tipo de pensamento. Quanto mais eles forem autogerenciáveis, mais tempo você terá para promover mudanças estratégicas na empresa e mais tempo terá para provê-los de ferramentas e conhecimento para que suas metas sejam alcançadas mais rapidamente. Todo mundo ganha.

Ensinamento 2 – O QUE FAZEM OS LÍDERES EFICICAZES?: Drucker descobriu, em seus 65 anos de experiência em consultoria, o que os líderes eficazes têm em comum. Mais do que ter um mesmo estilo, esses líderes exemplares têm práticas similares e elas estão dentro de três grandes áreas: a primeira área consiste em práticas que dão aos líderes o conhecimento que eles precisam. A segunda área dá a eles a ajuda necessária para transformar esse conhecimento em ação. E por último, na terceira área, estão as práticas que asseguram que toda a organização sinta-se responsável e comprometida.

Esses líderes freqüentemente se perguntam: “O que precisa ser feito?” e “O que é o melhor para nossos clientes e para nossa organização?”

Os líderes eficazes desenvolvem planos de ação. Eles assumem a responsabilidade por suas decisões. Eles estão focados em oportunidades ao invés de problemas. Eles gerenciam reuniões produtivas. E eles pensam e dizem “nós” ao invés de dizer “eu”.

Peter Drucker adicionou ainda a essa lista mais uma prática muito importante, que mostra-se indispensável para um líder se tornar um grande líder: escute primeiro e fale depois.

Ensinamento 3 – A DISCIPLINA DA INOVAÇÃO: Quanto de inovação é inspiração e quanto é trabalho pesado? A criatividade dos empreendedores, segundo Drucker, nasce do comprometimento com a prática constante da inovação.

Drucker identificou quatro oportunidades de inovação na empresa e três fora dela: ocorrências inesperadas, incongruências, processos necessários, mudanças na indústria e no mercado, mudanças demográficas, mudanças de percepção e novo conhecimento.

A má notícia é que inovação também é sinônimo de trabalho pesado. A boa notícia é que você também pode ser um inovador, desde que você tenha conhecimento, foco e (freqüentemente) ingenuidade. E até mesmo todas essas qualidades não são suficientes para criar inovação, a menos que você esteja apoiado por persistência e comprometimento.

Como está a inovação na sua empresa? As novas idéias estão sendo incentivadas, testadas e quando aprovadas, aplicadas? Quanto tempo esse processo leva? Lembre-se de que inovação está também ligada a agilidade. Quem fará mais rápido: seus concorrentes ou você? Quem fará diferente: seus concorrentes ou você? Esteja sempre na frente. A disciplina da inovação defendida por Peter Drucker é hoje uma regra.

Marketing na Internet jun 26

Este artigo pretende discutir não a parte técnica de como posicionar um site nos mecanismos de busca, pois isto depende de inúmeros fatores a serem analisados, mas sim a necessidade e a importância que um site otimizado tem para uma empresa.


Necessidade porque as empresas precisam ampliar mercados e atingir sempre públicos novos.

Importância porque hoje é uma das estratégias de marketing na internet que gera excelentes resultados.

As empresas que possuem um site de 2ª ou 3ª geração (clique AQUI para ler artigo sobre as Gerações do site) buscam ampliar as oportunidades de negócios e uma das ações estratégicas demarketing na internet mais eficientes e com resultados quase que imediatos é colocar o site entre os primeiros resultados dos mecanismos de busca.

No Brasil o Google é disparado o líder, com 90% de utilização (clique AQUI para ver gráfico com a pesquisa sobre qual o mecanismo de busca preferido no Brasil).

Se você for pensar quais as Marcas líderes na internet brasileira com certeza irá lembrar de Submarino, Americanas e Mercado Livre, independente de ser um cliente ou não destas empresas. Correto? Pois bem.

O que faz você se lembrar destas Marcas?

Entre os inúmeros fatores que fizeram estas Marcas atingirem a liderança no mercado brasileiro, uma das principais ações que estes três sites fizeram é se posicionar de forma correta nos mecanismos de busca. Toda vez que uma pessoa pesquisa alguma palavra nosmecanismos de busca acontece duas situações:

Primeiro, ele irá encontrar várias respostas, sendo muitas delas sem resultado prático para a pesquisa, pois muitos sites aparecem “por acaso”, ou seja, não são otimizados, mas por causa de alguns detalhes eles aparecem nas primeiras posições. Portanto, quem está pesquisando irá com certeza pular estas páginas até encontrar empresas que possam atender a sua necessidade.

Segundo, ao pesquisar alguma palavra, o internauta SEMPRE irá encontrar respostas, mesmo que a resposta esteja do outro lado do mundo e é exatamente isto que o empresário precisa entender e se preocupar.

Antes da internet, uma pessoa saia na rua procurando algum produto ou serviço e caso não o encontra-se na sua região, ele desistia ou buscava outra alternativa. Era o momento do mercado totalmente regionalizado, sem grandes ameaças e com a concorrência bem identificada.

Hoje isto não acontece mais. Se uma pessoa pesquisar algo na internet COM CERTEZA ela vai encontrar inúmeras respostas. Respostas estas que podem direcionar o internauta para empresas de outras cidades, de outros estados e até de outros países.

E isto é extremamente preocupante para empresas com atuação local ou regional. Por quê?

Porque estas empresas sofrem uma concorrência quase invisível, pois o concorrente normalmente não tem nenhuma ação local e passa despercebido pelos empresários que analisam a concorrência na sua região.

E como hoje milhões de busca são feitas diariamente, isto demonstra a necessidade e a importância que uma empresa precisa dar ao posicionamento do site na internet.

No mercado americano, quando uma empresa contrata o desenvolvimento de um site, ele já é planejado e programado para posicionar-se de forma correta nos mecanismos de busca, pois esta é uma das principais estratégias de marketing na internet.

O não entendimento desta premissa faz com que as empresas construam sites com diversos problemas de estrutura e programação, impedindo-os de se colocarem no topo dos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Quer um exemplo do problema acima?

No Brasil “ainda” se privilegia muito o uso de flash em TODO o site. Não sou contra o flash, pelo contrário, mas utilizá-lo em todo o site, inclusive em locais onde deveria ser texto é um erro grosseiro de planejamento, ou da falta dele.

Outro exemplo?

A empresa contrata um desenvolvedor e não questiona a tecnologia que será utilizada na programação do site. Pronto. Ele poderá ter um site bonito, bem construído, mas com sérios problemas de posicionamento, pois não foram observadas pequenas regras nesta construção.

Existem milhares de sites que possuem estes dois problemas juntos. E ai, não existe milagre que resolva este problema. Só a construção de um novo site baseado nas informações fornecidas por uma empresa especializada em marketing digital.

Portanto, é importante, que no momento da definição do “fornecedor” que irá construir um novo site ou reformular o atual, o empresário pesquise empresas que possam compreender a sua necessidade e contribua desenvolvendo um planejamento que possibilite a esta empresa ter um bom posicionamento nos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Como escolher seu fornecedor?

É fácil. Peça para ele fornecer as seguintes informações na proposta:

- Qual a Metodologia utilizada e que resultados ela comprovadamente oferece
- formas de mensuração online dos resultados obtidos
- relação de clientes atendidos.

Fonte: WBI Brasil.