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Arquivo por julho, 2009

Mais um case Twitter – Quem o resistirá? jul 31

No início dessa semana alguns jornais e sites divulgaram o conteúdo abaixo, que eu já havia tido acesso através da Folha de São Paulo (direto do New York Times) e enviado para um Informativo Semanal de Empresários, do qual sou responsável por gerar conteúdo de notícias, já na semana passada.

Como notei que a repercussão foi grande, resolvi disponibilizar para vocês aqui no Blog da FWF também, até porque refere-se à marketing digital e a agência tem trabalhado com muitas soluções nessa linha.

Aproveitem o conteúdo. É uma lição e ao mesmo tempo um convite às novas tecnologias.

Boa leitura!

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Por Claire Cain Miller, do New York Times – Folha de S. Paulo

Três semanas após Curtis Kimball inaugurar seu carrinho de sobremesas em San Francisco, notou que na fila, entre seus amigos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar um doce. E como o novo freguês o descobriu? Lendo no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até então não havia “realmente compreendido o propósito do Twitter”, a beleza da divulgação digital de freguês para freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta e hoje tem mais de 5.400 seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará e o cardápio de cada dia. “Eu adoraria dizer que tive uma excelente ideia e estratégia, mas na verdade o Twitter foi essencial para o sucesso do meu negócio”, afirma. Muito se disse sobre a maneira pela qual grandes empresas como Dell e Starbucks usam o Twitter para promover seus produtos e se comunicar com os clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias entre os usuários do serviço de microblogs.

Para muitas empresas de varejo desprovidas de orçamento publicitário, o Twitter se tornou o único recurso de marketing. É muito mais fácil estabelecer e atualizar uma conta do Twitter do que manter um site. E, porque os donos de pequenas empresas tendem a trabalhar diretamente com o consumidor, a intimidade propiciada pelo Twitter serve bem a eles. As pequenas empresas tipicamente conquistam mais de metade de seus clientes por meio de divulgação feita espontaneamente por outros consumidores, diz Greg Sterling, analista que estuda a influência da web no consumo e nas empresas locais. E o Twitter é uma manifestação digital disso. Os usuários do Twitter escrevem mensagens de no máximo 140 caracteres, e a cultura do serviço encoraja as pessoas a difundir informações entre os amigos que formam suas redes. O Umi, um restaurante de sushi em San Francisco, chega a receber cinco novos fregueses por noite devido a informações que os consumidores encontram no Twitter, disse Shamus Booth, um dos proprietários. Ele anuncia no Twitter o peixe fresco do dia -”O O-Toro [atum azul] de hoje é um dos mais saborosos e suaves que já servimos”, escreveu Booth em post recente- e oferece saladas de algas gratuitas aos clientes que mencionarem o Twitter.

Mas o serviço não atende apenas a empresas que desejam atrair clientes descrevendo alimentos que dão água na boca. Para Cynthia Sutton-Stolle, coproprietária de um antiquário em uma pequena cidade do Estado do Texas, o Twitter tem servido como forma de encontrar tanto fornecedores quanto clientes, em todo o país. Desde que ela começou a usar o Twitter, em fevereiro, conectou-se a pessoas que produzem luminárias e velas, que posteriormente vieram a encomendar em sua loja, e vendeu alguns milhares de dólares em mercadorias a clientes de fora da cidade de Columbus. “Nós ainda nem criamos um site e não estávamos tentando começar coisa alguma no ramo do comércio eletrônico”, disse. “O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha.”
Chris Mann, dono do Wood -house Day Spa, em Cincinnati, usa o Twitter para divulgar descontos em massagens e serviços de manicure. Promover esses serviços pelo Twitter é mais efetivo do que usar o e-mail. Ele pode fazer atualizações de seu telefone celular, enquanto “todas as outras empresas enviam e-mails”, afirma Mann. Mesmo que os clientes de uma loja não sejam usuários do Twitter, o serviço pode se provar útil para os empresários, diz Becky McCray, que opera uma loja de bebidas em Oklahoma.

Em cidades como a dela, com apenas 5.000 habitantes, os proprietários de empresas de pequeno porte podem se sentir isolados, diz. Mas, por meio do Twitter, ela recebeu dicas sobre impostos de um contador, informações de marketing de um consultor e conselhos sobre como gerir uma empresa iniciante do fundador de diversas companhias de tecnologia. Anamitra Banerji, gerente de produtos comerciais no Twitter, diz que, quando começou a trabalhar para a empresa, vindo do Yahoo!, em março, “imaginava que aqui fosse o lugar em que as grandes empresas estão. Mas o que constato mais e mais, para minha surpresa maior a cada dia, é que temos empresas de todos os tipos”.

O Twitter, que por enquanto ainda não está faturando, no momento concentra esforços em ensinar às empresas como aderir e aproveitar seus recursos, disse Banerji, e a companhia planeja publicar estudos sobre casos bem sucedidos. Ele também está envolvido no desenvolvimento de produtos que o Twitter possa vender a companhias de todos os portes, entre os quais recursos que permitem confirmar contas empresariais e analisar o tráfego em seus perfis.

De acordo com Banerji, os proprietários de pequenas empresas gostam do Twitter porque podem conversar diretamente com os clientes de uma maneira que, no passado, só poderiam fazer em pessoa. “Estamos constatando que a distância emocional entre empresas e consumidores está se encurtando consideravelmente.”

Comunicação estratégica ganha importância na crise. jul 28

Tive acesso ao artigo abaixo no site administradores.com.br. Ele é muito bom e fala exatamente o que o empresário precisa ouvir para aproveitar o tempo de crise e falar com seus públicos da maneira correta, diminuindo as perdas e aproveitando esse momento para fortalecer seu negócio.

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Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

A crise econômica mundial fez com que muitas empresas cortassem custos e a área de Comunicação não passou despercebida. Porém, se é importante para a companhia diminuir os gastos, também é evidente que o investimento estratégico na comunicação com stakeholders (todos os públicos com os quais a empresa estabelece relações) é fundamental para garantir sua reputação e visibilidade.

De acordo com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), nesse cenário de crise, a comunicação corporativa se torna um ativo de grande relevância, porque possibilita compreender a fundo a organização e seu cenário de atuação, além de monitorar a concorrência e os públicos que interferem em seus negócios.

Com ela, ainda é possível alinhar o posicionamento, as decisões e as ações organizacionais em meio a um futuro incerto. Afinal, muitos falam que o “fundo do poço” da crise já passou, enquanto alguns são mais céticos em relação a isso. Ainda segundo a Aberje, a comunicação corporativa permite que se construa a reputação da organização em bases sólidas, importante para ganhar a preferência dos clientes neste momento de maior concorrência.

Profissionais

Aos profissionais que atuam na área, a Aberje indica que assumam um papel de gestores estratégicos da reputação e implementem projetos que incluam:

* Um mapeamento dos públicos que são estratégicos para a empresa;

* Políticas de comunicação dirigidas para cada um deles;

* O posicionamento de comunicação da organização;

* Análise de cenários internos e externos;

* A determinação de objetivos a serem alcançados e ações necessárias para se chegar ao resultado;

* Avaliação dos resultados.

Os desafios

De acordo com o coach executivo e de equipes, Carlos Cruz, um dos maiores desafios dentro das organizações é o de melhorar a comunicação entre todos os públicos.

“Quando estudamos o comportamento humano, podemos identificar três mecanismos que podem empobrecer as relações interpessoais e, por isso, prejudicar a comunicação dentro de uma organização. São eles: eliminação, distorção e generalização”, afirmou.

A eliminação ocorre quando parte da informação que se deve transmitir é omitida, enquanto a distorção acontece quando a mensagem é entendida de forma equivocada. A generalização, por sua vez, acontece quando, ao tomar conhecimento de um fato, tenta-se generalizar seus efeitos para outros contextos.

Para superar esses desafios, Cruz orientou que é preciso ter conhecimento de que eles existem. “É neste instante que pode-se assumir o controle do processo de comunicação e utilizar-se de técnicas para checar se a informação que está circulando na empresa é verdadeira ou um simples telefone sem fio”, afirmou.

Atendimento: é melhor robotizá-lo? jul 24

Ao longo desses dois anos e meio de experiência na FWF tenho notado que o Calcanhar de Aquiles das empresas é o setor de atendimento/vendas (inclusive já postei no blog sobre esse tema, num artigo que tive acesso e disponibilizei para os leitores). Mas, por outro lado, fica uma questão da qual gostaria de tratar rapidamente neste post. A melhor solução para o atendimento, é robotizá-lo?

Muitas empresas têm investido em treinamentos de vendas contratando consultorias especializadas em melhorar o nível dos funcionários e aumentar a conversão e fechamento de novos negócios. Pois bem, será que esses funcionários estão preparados para receber treinamento? As empresas conscientizam o seu pessoal ou simplesmente deixam “a bomba” na mão da consultoria?

Essa questão veio à tona após eu ver a minha irmã estudando a apostila que continha todos os “mandamentos” da empresa que ela estava entrando, inclusive com toda a parte de atendimento – e olha que ela estava sendo contratada para outro setor. Coisas do tipo “como você deve atender o telefone”, com as frases exatamente como devem ser ditas. Aí eu pergunto: isso é o ideal? Até que ponto o potencial cliente que está do outro lado da linha sente profissionalismo num atendimento robotizado?

Se pararmos para pensar, uma das coisas que mais irrita o consumidor brasileiro nos dias de hoje é o callcenter. “Senhor, vamos estar encaminhando sua solicitação para o setor responsável”; “o senhor pode anotar o protocolo? Vamos estar resolvendo seu problema em até 5 dias úteis” – é claro que exagerei no gerundismo – ou não. E se esse atendimento segui-se um roteiro de coisas importantes que devem ser ditas, mas deixando livre o atendente para um tratamento mais pessoal? Eu sei que muita gente vai dizer que as pessoas não falam bem e por isso são necessários os textos prontos. Mas, se as empresas investem em treinamento, porque não destinam esse dinheiro para um curso de oratória para seus funcionários? um curso de expressão corporal e vocal? um curso de teatro? Tenho a convicção de que o resultado seria muito melhor, tanto para o funcionário (a nível profissional e pessoal) quanto para o cliente ou potencial cliente.

Gostaria de abrir essa discussão. O que você acha? O atendimento deve ser como é feito hoje ou o processo pode ser alterado, deixando de idiotizar os atendentes e criando seres humanos mais cultos e preparados até para oportunidades de trabalho futuras?

Deixem seus comentários!

O medo das Redes Sociais chegou à TV jul 16

Antes de mais nada, quero pedir desculpas às pessoas que tem acompanhado nosso blog, pelo período de mais de 10 dias sem novos posts. Isso quer dizer que isso aqui tá uma loucura e, mesmo da “meia noite às seis”, o bixo está pegando!

Bom, o título desse post é polêmico, eu sei. Mas é por isso mesmo que eu coloquei. Na última semana, postei em meu twitter (@felipercarvalho) um ato de ciúme que infelizmente presenciei assistindo a TV Brasileira. A situação foi que o presidente do Palmeiras havia postado em seu twitter, no dia anterior, as 22h, o fracasso nas negociações com o pretendente a novo técnico da equipe e ao mesmo tempo disse à torcida que a diretoria já estava atrás de novos nomes. Pois bem. Isso gerou indignação em parte da imprensa. “A audiência da TV Bandeirantes e da Rádio Bandeirantes é muito maior que a do twitter”, exclamou o comentarista Leandro Quessada. Por alguns instantes o foco da discussão, que deveria ser o esporte, mudou. A apresentadora do programa chegou a explicar, com direito a imagem na tela, o que é o twitter. Então, quando todos pensavam que a discussão havia acabado, Luiz Ceará, reporter da casa, pediu a palavra para contar uma história. “Hoje meu filho de doze anos me perguntou: Papai, você quer fazer seu twitter? E eu respondi para ele: Meu filho, twitter é coisa de muleque da sua idade. Profissional não usa twitter”.

É justamente a partir daí que eu gostaria de fazer uma rápida reflexão. Será que as Redes Sociais estão incomodando tanto a imprensa tradicional? Os blogs e microblogs (como é o caso do twitter) não podem ser considerados novos veículos de imprensa? Quanta coisa nós ficamos sabendo de forma instantânea graças a internet? Creio que alguns profissionais devem adaptar-se às novas formas e ferramentas para se fazer comunicação.

Essa semana tivemos outro exemplo disso. O piloto Nelsinho Piquet anunciou, através de seu twitter, que segue na Renault pelo menos até a próxima etapa do mundial – enquanto todos estavam dando como certa a sua saída após a última corrida. E qual o problema nisso? Quer dizer, se o Nelsinho não quis chamar a imprensa para dar esse comunicado e simplesmente o postou em seu microblog, qual a diferença? Eu mesmo acabei vendo a notícia em um jornal impresso aqui de Curitiba (que falava que o comunicado havia sido feito pelo twitter).

Ora, precisamos pensar mais e falar menos, principalmente em tempos onde a internet cresce a passos largos, enquanto alguns meios de comunicação precisam de balão de oxigênio para sobreviver. É claro que muita coisa tem que ser revista para que as Redes Sociais ganhem ainda mais força (como a política anti-spam), mas em um país onde os consumidores atribuem 60% de credibilidade à um depoimento na internet na hora de comprar um produto*, é meio irresponsável dizer que uma das Redes Sociais que mais cresce no mundo é “coisa de muleque”.

*Pesquisa realizada pelo instituto Nielsen Online, 2009.

O Calcanhar de Aquiles das Empresas jul 03

Estava eu selecionando matérias para um informativo semanal que é disparado para empresários de uma associação da qual faço parte, quando me deparei com um artigo que retratava justamente o que venho defendendo há tempos: qualidade de atendimento.

Muitas empresas creem que capacitar a equipe de vendas, comercial e marketing é o bastante para ter uma capacidade de atendimento à altura do seus clientes. O grande problema é que, geralmente, esses clientes também se relacionam com outros colaboradores da empresa, como jurídico, cobrança, logística etc.

Bom, com todos os crédito possíveis para César Souza, que escreveu o artigo para o site www.administradores.com.br, retrato abaixo, na íntegra, essa jóia rara!

Por César Souza,

Por que em uma empresa que vende computadores via Internet o cliente leva apenas alguns minutos para efetuar uma compra, enquanto nas empresas que alugam automóveis gasta-se três vezes mais tempo para ser atendido? Será que elas temem que o cliente vá roubar o carro?

Por que o atendente de uma pizzaria do bairro anota seu pedido por telefone de forma alegre e rápida, mas os atendentes de algumas empresas de seguro saúde, serviços financeiros e de telefonia não respondem as chamadas dos clientes? Será que eles não sabem que os clientes têm outras opções?

Por que na hora de fazer a venda os balconistas de algumas lojas de varejo são solícitos e sorridentes, mas no momento de efetuar a troca de um produto defeituoso amarram a cara e tratam o cliente como se fosse um mal necessário?

Todos sabemos que a baixa qualidade de atendimento é um dos maiores “Calcanhar de Aquiles” das empresas brasileiras. Não é nenhuma novidade o fato que as empresas perdem clientes não apenas por deficiências da turma do comercial, vendas e marketing. Perdem clientes porque o entorno da empresa – Cobrança, Jurídico, Logística, Transporte, Instalação, Assistência Técnica, Call Centers, etc – não foram preparados para lidar com os clientes de uma forma adequada.

O que é estarrecedor é a omissão dos líderes das empresas que não se posicionam para resolver as questões de atendimento. Os lideres ficam tão ocupados com estratégias mirabolantes, nas compras e fusões e aquisições e relegam a segundo plano os problemas que causam aos seus clientes. Sempre dizem que “são problemas operacionais”, como se eles não fossem responsáveis por nomear quem cuida de tais problemas. Reflexo da cultura do “não sabia de nada”, ou da atitude do “estou muito ocupado tratando de assuntos estratégicos, para me preocupar com problemas dos clientes”.

Pesquisas indicam que mais de 60% da causa da perda de clientes residem no baixo nível do atendimento. Muito mais do que por questões de preço ou qualidade do produto. A qualidade do atendimento é o câncer que corrói a saúde das empresas. As campeãs das reclamações oficiais são dirigidas ao Procon para várias prestadoras de serviços de telefonia fixa, celular, cartão de crédito, bancos comerciais, financeiras, planos de saúde, energia elétrica, seguros, e várias outras. Imagine se fosse contabilizado também a insatisfação de clientes em hotéis, lojas, shows, restaurantes, repartições públicas, consultórios, escritórios de profissionais liberais, etc.

Será que os Conselhos de Administração não deveriam atrelar os bônus anuais, à melhoria contínua dos índices de qualidade de atendimento das empresas?

Internet cresce 25%, bom pra quem já sabia! jul 02

O relatório apresentado pelo Projeto Inter-Meios, que tem por objetivo levantar, em números reais, o volume de investimento publicitário em mídia no Brasil, apontou um crescimento acumulado, nos quatro primeiros meses do ano, de 25% da internet. Esse número anda de mãos dadas com outros já apresentados, que mostram a evolução no acesso à internet do Brasil e que os brasileiros são os internautas que mais passam tempo na web.

Investir em marketing digital vem tornando-se comum para muitas empresas, principalmente por dois motivos: é onde as pessoas estão (dependendo do perfil de público) e os valores de investimento são menores do que os de mídias tradicionais (isso em tempos de crise conta muito). O segredo está em saber o que e como fazer marketing na internet.

Muita gente por aí acha que basta transformar um anúncio para revista em um banner que você está fazendo marketing digital. Esse conceito é equivocado, já que uma peça eletrônica tem muito mais interatividade do que um anúncio ‘estático’. Aí começam os problemas… Mas então, o que fazer? Como fazer? Quem pode fazer isso pela minha empresa? Com que velocidade? Como se mede resultados?

Bom, vou dar umas dicas que podem ser úteis, principalmente para as empresas que estão começando:

1. Pense que uma coisa são as mídias tradicionais (offline), outra coisa são as mídias online. Enquanto uma solução pode ser viável em meios offline, pode não ser no online e vice e versa.

2. A internet é um meio interativo e dinâmico. Pense que você deverá ter uma “boa história para contar” e agilidade na geração de conteúdos para chamar a atenção do seu público alvo e fazer com que ele se comprometa com a sua causa.

3. Preocupe-se em contratar profissionais que entendam de marketing online (ou digital, como preferir). Uma equipe focada em soluções para a web é fundamental.
ATENÇÃO: Não adianta designar “o cara da informática” para fazer esse trabalho. Essa pessoa certamente fará parte da equipe, porém, sozinha ela não encontrará nenhuma solução eficaz.

4. O retorno para investimento na internet depende da criatividade, liberdade e verba destinadas às ações. Mas tenha paciência. Nada é feito do dia para a noite.

5. Os resultados para investimentos em meios online podem ser medidos de diversas formas. Quando se fala em retorno de acesso ao site, e-commerce etc, um bom web analytics deve ser utilizado (sugestão: Google Analytics). Já para ações em Rede Sociais, a melhor maneira de medir resultados é monitorar como a sua ação/campanha está repercutindo.

Finalizo com um momento JABÁ, até porque esse site é da agência na qual trabalho. Os clientes da FWF estão, cada um em sua devida proporção, no bolo dos que estão comemorando o crescimento da participação da internet, pois a agência já trabalha com soluções online e marketing digital há algum tempo (não é muito tempo, mas o suficiente para ser reconhecida pelos clientes e apresentar resultados concretos e eficazes de ações/campanhas).

Twitter: uma verdadeira Rede Social! jul 01

Estamos acompanhando diversos fatos ao redor do mundo, desde gripe suína, passando por fraude em eleições e golpe militar e sempre a internet tem grande importância para a velocidade das informações. Dentro da rede mundial de computadores, as Redes Sociais vêm crescendo e ocupando espaço fundamental.

Recentemente participei do Social Media Brasil e na apresentação do Marcelo Tripoli, da ithink,  tive acesso à uma pesquisa que apontou que mais de 60% das pessoas, se tivessem apenas 15 minutos, dariam prioridade em checar as redes sociais das quais participam. Isso prova que, mais do que nunca, as pessoas estão conectadas e querem saber o que outras pessoas, que têm a mesma afinidade que ela, pensam sobre determinado assunto.

Hoje, 01/07/09, após alguns dias intensos de campanha #forasarney, no Twitter, o Senador resolveu entregar o cargo (ele está aguardando apenas a chegada do presidente Lula, que está na África). É claro que não foi apenas a pressão causada pelos usuários do Twitter que levou Sarney a tomar essa decisão, mas em uma campanha onde até mesmo Junior Lima, Marcos Mion e Bruno Gagliasso se tornaram “Os Piratas” em busca de apoio, vale a pena creditarmos alguns pontos à rede social.

Como a notícia ainda é muito recente, o que posso dizer é apenas que, mais uma vez, assim como no Irã, as Redes Sociais, principalmente o Twitter, se mostraram bem SOCIAIS mesmo, capazes até de burlar proibições e derrubar senadores!

ATENÇÃO: O Senador José Sarney está renunciando apenas à presidência do Senado!