Subscribe RSS

Arquivo por categoria"marketing"

Quando o consumidor vira evangelista da marca jun 27

Não há como negar que as empresas perderam definitivamente o controle sobre o consumidor. Entramos na era das Redes Sociais, onde mais importante do que dar ouvidos à uma campanha criada pela empresa para divulgar sua marca ou produto, está a troca de informações, dicas, recomendações etc.

É estranho, mas ao mesmo tempo interessante, diagnosticar que as pessoas conversam entre elas, mesmo sem se conhecer pessoalmente, para saber se um determinado produto é bom, se tem ergonomia, usabilidade, como foi a experiência de consumo ou se vale a pena pagar um determinado preço para adquiri-lo. Certamente para as empresas esse ‘novo consumidor’ é um mundo a ser explorado. Muitas marcas perderão espaço e abrirão um vasto campo de possibilidades para quem souber se adaptar à nova onda do consumidor.

A grande responsável, sem dúvida, por essa inversão de conceitos, é a internet. Hoje, a tradicional forma de pensar a comunicação, com emissor/receptor ou meio/mensagem, precisa se preocupar com o que as pessoas estão falando nas Redes Sociais e o que isso representa de impacto na mensagem enviada e no posicionamento do seu emissor. Não quero pregar aqui uma revolução, longe disso, mas é necessário estar atento à essa mudança conceitual e adaptar a mensagem aos novos meios.

O exemplo que quero deixar hoje é recente. Algumas horas atrás estava assistindo o programa Caldeirão do Huck com minha mãe e minha irmã quando fui surpreendido pela história da Stefhany, uma menina do interior do Piauí que faz sucesso cantando músicas ‘bregas’. Uma delas, intitulada ‘Eu sou Stefhany (No meu Cross Fox)’, já foi vista por mais de um milhão de pessoas no You Tube. E é justamente isso que chama atenção. No nome da música tem o nome de um carro, o Cross Fox, da volkswagen.

A história dessa jovem, de apenas 17 anos, representa o que se chama ’ser evangelista da marca’. A paixão pelo Cross Fox fez Stefhany criar a letra de uma música onde pudesse contar, além disso, o caso mal sucedido de amor. E deu muito certo. Dezenas de pessoas já imitaram o clipe de Stefhany e outras criaram suas próprias histórias, fora as “respostas” criadas (algo que se tornou comum no meio musical). Fazendo uma rápida pesquisa no You Tube, percebi que são milhares de visualizações para centenas de vídeos que têm em seu nome a marca Cross Fox.

O resultado de toda essa repercussão foi a participação da jovem cantora no DVD gravado por Preta Gil no Canecão, no Rio de Janeiro, e diversos artistas cantando sua canção em seus shows. O ápice, fruto de uma promessa de sua mãe, foi a apresentação de Stefhany no palco do Caldeirão do Huck. No final, o Gerente de Marketing da Volkswagen presenteou-a com um Cross Fox.

E é justamente nesse ponto que eu queria chegar. Pensem no trabalho que as empresas estão tendo para inserir suas marcas, sem serem agressivas, nas Redes Sociais. Para a volks, Stefhany é mais que uma apaixonada por Cross Fox, ela é uma evangelista e propagadora da marca em um meio onde ninguém ainda sabe ao certo o que fazer para transmitir uma mensagem que seja eficaz.

Foram milhões e milhões de pessoas ouvindo que o Cross Fox é um carro para diversão, um amigo que te leva para todos os lugares. Isso não é fantástico? Social Media é isso! A volks se preocupou em criar um produto que fosse eficiente e tivesse um conceito próprio e ninguém melhor do que as pessoas para difundirem isso!

Bom, deixo abaixo o link para vocês acessarem o vídeo da Stefhany. Divirtam-se! 

http://www.youtube.com/watch?v=RmPB47Q-GKY

Fazer Social Media também está ligado à ideia de encontrar os evangelistas da marca e através deles propagar uma mensagem na internet. Esse não foi o caso da Stefhany, mas pode ser o de outras empresas, como a Doritos, na campanha do Doritos de 5 kg.

Tchau!

Marketing na Internet jun 26

Este artigo pretende discutir não a parte técnica de como posicionar um site nos mecanismos de busca, pois isto depende de inúmeros fatores a serem analisados, mas sim a necessidade e a importância que um site otimizado tem para uma empresa.


Necessidade porque as empresas precisam ampliar mercados e atingir sempre públicos novos.

Importância porque hoje é uma das estratégias de marketing na internet que gera excelentes resultados.

As empresas que possuem um site de 2ª ou 3ª geração (clique AQUI para ler artigo sobre as Gerações do site) buscam ampliar as oportunidades de negócios e uma das ações estratégicas demarketing na internet mais eficientes e com resultados quase que imediatos é colocar o site entre os primeiros resultados dos mecanismos de busca.

No Brasil o Google é disparado o líder, com 90% de utilização (clique AQUI para ver gráfico com a pesquisa sobre qual o mecanismo de busca preferido no Brasil).

Se você for pensar quais as Marcas líderes na internet brasileira com certeza irá lembrar de Submarino, Americanas e Mercado Livre, independente de ser um cliente ou não destas empresas. Correto? Pois bem.

O que faz você se lembrar destas Marcas?

Entre os inúmeros fatores que fizeram estas Marcas atingirem a liderança no mercado brasileiro, uma das principais ações que estes três sites fizeram é se posicionar de forma correta nos mecanismos de busca. Toda vez que uma pessoa pesquisa alguma palavra nosmecanismos de busca acontece duas situações:

Primeiro, ele irá encontrar várias respostas, sendo muitas delas sem resultado prático para a pesquisa, pois muitos sites aparecem “por acaso”, ou seja, não são otimizados, mas por causa de alguns detalhes eles aparecem nas primeiras posições. Portanto, quem está pesquisando irá com certeza pular estas páginas até encontrar empresas que possam atender a sua necessidade.

Segundo, ao pesquisar alguma palavra, o internauta SEMPRE irá encontrar respostas, mesmo que a resposta esteja do outro lado do mundo e é exatamente isto que o empresário precisa entender e se preocupar.

Antes da internet, uma pessoa saia na rua procurando algum produto ou serviço e caso não o encontra-se na sua região, ele desistia ou buscava outra alternativa. Era o momento do mercado totalmente regionalizado, sem grandes ameaças e com a concorrência bem identificada.

Hoje isto não acontece mais. Se uma pessoa pesquisar algo na internet COM CERTEZA ela vai encontrar inúmeras respostas. Respostas estas que podem direcionar o internauta para empresas de outras cidades, de outros estados e até de outros países.

E isto é extremamente preocupante para empresas com atuação local ou regional. Por quê?

Porque estas empresas sofrem uma concorrência quase invisível, pois o concorrente normalmente não tem nenhuma ação local e passa despercebido pelos empresários que analisam a concorrência na sua região.

E como hoje milhões de busca são feitas diariamente, isto demonstra a necessidade e a importância que uma empresa precisa dar ao posicionamento do site na internet.

No mercado americano, quando uma empresa contrata o desenvolvimento de um site, ele já é planejado e programado para posicionar-se de forma correta nos mecanismos de busca, pois esta é uma das principais estratégias de marketing na internet.

O não entendimento desta premissa faz com que as empresas construam sites com diversos problemas de estrutura e programação, impedindo-os de se colocarem no topo dos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Quer um exemplo do problema acima?

No Brasil “ainda” se privilegia muito o uso de flash em TODO o site. Não sou contra o flash, pelo contrário, mas utilizá-lo em todo o site, inclusive em locais onde deveria ser texto é um erro grosseiro de planejamento, ou da falta dele.

Outro exemplo?

A empresa contrata um desenvolvedor e não questiona a tecnologia que será utilizada na programação do site. Pronto. Ele poderá ter um site bonito, bem construído, mas com sérios problemas de posicionamento, pois não foram observadas pequenas regras nesta construção.

Existem milhares de sites que possuem estes dois problemas juntos. E ai, não existe milagre que resolva este problema. Só a construção de um novo site baseado nas informações fornecidas por uma empresa especializada em marketing digital.

Portanto, é importante, que no momento da definição do “fornecedor” que irá construir um novo site ou reformular o atual, o empresário pesquise empresas que possam compreender a sua necessidade e contribua desenvolvendo um planejamento que possibilite a esta empresa ter um bom posicionamento nos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Como escolher seu fornecedor?

É fácil. Peça para ele fornecer as seguintes informações na proposta:

- Qual a Metodologia utilizada e que resultados ela comprovadamente oferece
- formas de mensuração online dos resultados obtidos
- relação de clientes atendidos.

Fonte: WBI Brasil.

Social Media – Tecnisa Parte 2 jun 24

Continuando a escrever sobre a apresentação da Tecnisa no Social Media Brasil…

A cultura Tecnisa está pautada em:

1. Inovação
2. Resultado
3. Experiência

A empresa foi a primeira em:
- Vendas pela internet
- Corretores on-line
- Links Patrocinados
- Atendimento até 24h
- Vídeo atendimento
- Responder e-mail em até 15 minutos
- Ligar para a pessoa interessada em no máximo 30 segundos
- Blog corporativo
- Second Life
- Youtube
- Flickr
- Slideshare
- Facebook
- Twitter
- Gerente de Redes Sociais
- Gay Friendly
- Gerontologia
- Pet Care

Inovação para ser primeira em tudo isso. Resultado que é fundamental (e que é o que interessa ao dono). Experiência que é conquistada com trabalho.

Os gerentes da Tecnisa dizem “Pedimos desculpas. Não pedimos licença”. Errar faz parte do processo. Deixar de fazer, por medo, é ser comum. Ainda segundo eles, o novo profissional de marketing deve saber sobre: cpc, redes sociais, crm, podcast, ctr, twitter, bluetooth, SEM, parada gay, mobile marketing, busca orgânica, SEO, buzzmarketing, rastreamento de boatos, blog, e-mkt, entre outros.

Observando o macroambiente, a Tecnisa chegou ao conceito da nova lógica do consumidor. Segundo eles, a era do vender deu lugar à era do AJUDAR A COMPRAR. Basta acessar o site da empresa e você poderá ver o conceito aplicado na prática.

São tantas inovações e resultados com ações inimagináveis por algumas empresas, que a Tecnisa vira o sonho de “cliente ideal” para qualquer agência.

Ok, muito bonito. Mas e os resultados?

- Em 2008, 27% das vendas foram feitas através do Corretor online;
- Mais de 5 milhões de pessoas visitaram o site da Tecnisa em 2008;
- A empresa aplicou o conceito de encontrabilidade nos investimentos em Links Patrocinados;
- Em 2008 a empresa inaugurou seu perfil no Twitter e este ano (2009) vendeu a primeira unidade de imóvel através da Rede Social, no valor de R$ 500 mil.

Por tudo isso, é fácil creditar confiança e comprar o conceito:
Mais construtora por m²!

Clique aqui e veja a apresentação da Tecnisa no Social Media Brasil, na íntegra!

Fim do MySpace Brasil. E agora? jun 22

BOMBA! (já diria o humorista Leão Lobo)

Hoje, 22/06/09, o MySpace anunciou que vai fechar as portas do seu escritório no Brasil! A notícia pegou todos de surpresa na empresa. Pelo que foi divulgado no Portal da Exame, rolou até um power point de despedida para os funcionários, mas o Diretor da Operação brasileira, Emerson Calegaretti, recusou-se a exibir tal despeito.

Segundo relatos do próprio Calegaretti, o MySpace Brasil era a oitava operação que mais lucrava. Ainda não se sabe o que acontecerá com os acordos com parceiros e anunciantes. O que se sabe é que é possível que se mantenha uma estrutura mínima no Brasil, para manter o site atualizado em português. Até agora a Fox não manifestou-se quanto a isso.

Junto com essa notícia me vieram mais alguns questionamentos: o que será que significa o fechamento da MySpace Brasil? É possível pensar em crise nas Redes Sociais? Será que falta planejamento para manter uma estrutura que cresce desenfreada? E as redes que não geram receitas, vão sobreviver por quanto tempo? E o bam bam bam TWITTER, vai suportar até quando?

Sei que é um turbilhão de perguntas e que muitas delas podem ser até estranhas ou inadequadas, porém, esse acontecimento mais do que inesperado deixa algumas dúvidas no ar! Será que as empresas que estão por trás das redes sociais se planejam para suportar uma crescimento global instantâneo?

É muito cedo para emitir opinião. Vamos ver a repercussão disso e certamente terei uma opinião formada em breve!

Último dado importante: O MySpace é a terceira rede social com mais adeptos no Brasil, com mais de 4% (dados do Ibope/NetRatings).

Mais um case do Twitter jun 18

Esse foi exatamente o assunto do e-mail que recebi essa semana, do meu sócio aqui do escritório!

Já havia postado no blog sobre algumas empresas que souberam usar o Twitter e estavam obtendo ótimos resultados. Nesse caso, eram empresas pequenas, como padaria e pizzaria.

O mais recente case do Twitter vem de uma empresa conhecida mundialmente, a VODAFONE . Por mais que a campanha tenha sido regionalizada, sendo permitida apenas para moradores de Londres-Inglaterra, já é um caso de grande empresa sabendo explorar as redes sociais.

Recentemente, tivemos aqui no Brasil o caso da construtora TECNISA, que vendeu um imóvel de R$ 500 mil pelo twitter (através de uma promoção segmentada).

Caso tenha interesse em conhecer a campanha da VODAFONE, clique aqui.

Minha opinião sobre a utilização das Redes Sociais como meio de campanhas, sejam elas institucionais ou pomocionais, é que a empresa deve estar muito preparada e ter a consciência de que Social Media requer geração de conteúdo, não basta ser uma adaptação de uma campanha off line.

Nosso escritório vem se preparando para oferecer esse serviço aos clientes e prospects.