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Uma ação de PROMO com os promotores na internet dez 07

Hoje, quero relatar uma cena que presenciei ontem e me deixou indignado. E olha que a empresa nem é cliente aqui da agência.

Ao chegar a um shopping aqui de Curitiba para revelar umas fotos, me deparei com um quiosque de uma escola de inglês. Ação legal, porque complementa uma grande mídia investida ao longo do segundo semestre (com direito a garoto propaganda do 300 e tudo).
Ao me aproximar, já estranhei o fato de ver apenas um promotor. Logo pensei: “os demais devem estar em horário de lanche, sei lá!”. Mas ao passar diversas vezes pela mesma cena, o fato se repetia.

Do que adianta investir em um quiosque bem localizado, num dos shoppings mais movimentados da cidade, se apenas um promotor está à disposição para os interessados? E o que pensar se esse único promotor estivesse “navegando na internet” enquanto milhares de hot prospects estão passando de lá pra cá?

Ora, poderia gastar um belo português neste post, mas prefiro, como sempre, ser objetivo e levantar uma bela discussão: Do que adianta uma ação de PROMO (promoção de vendas) se você não tem promotores para isso? Ou se os promotores que você contratou não estão comprometidos com a ação?

Neste caso, penso que agência e cliente devem estar bem atentos, pois o que sobra nisso tudo é a reclamação de um cliente insatisfeito e as desculpas de uma agência que nem ao menos fiscaliza as suas ações.

Uma ação de PROMO, na minha opinião, deve ter resumidamente: um local diferenciado e privilegiado (essa tinha), um investimento em estrutura e suporte para dar profundidade à ação (essa tinha) e uma equipe comprometida com resultado (essa, definitivamente, não tinha).

Marketing Viral para vender dez 01

Pessoal, tive acesso a este artigo seguindo o @admnews no twitter.

Confesso que quando comecei a leitura pensei ser mais uma corrente de “nomenclaturas” modernas para o velho marketing, mas não, achei bem objetivo e prático, dando uma boa diferenciação entre algumas ações de marketing, desde o boca-a-boca até a força de ações integradas.

Vale a pena conferir!

Por Marcelo Pirana - Administradores.com.br

Muito tem se falado sobre ações de marketing e vendas com o menor investimento e maior convergência possíveis, incluindo também a procura cada vez maior pela fidelização de consumidores, buscando torná-los naquilo que o que o marketing moderno chama de clientes evangelistas.

Por estas tendências e necessidades, fica evidente que o uso de ações buzz ou marketing viral passa a ser uma excelente opção para transformá-las em realidade. São temas ainda pouco difundidos, não utilizados fortemente e sem conceitos bem enraizados se comparados a outras ações como, por exemplo, promoções de vendas. De qualquer maneira o uso destas estratégias é um caminho sem volta, ainda mais com o crescimento da internet, que facilita e barateia este tipo de ação.

Temos ainda muita confusão entre os conceitos de marketing viral e buzz marketing. A pergunta que se faz é se existem diferenças entre eles ou são apenas nomes aplicados por autores e profissionais diferentes. Além disso, consideramos que se faz necessária a análise não somente destes dois itens, mas também de outros que passem a constituir uma ação completa, desde a indicação até a venda de produtos.

Para responder estas questões e fazer com que os profissionais possam usar o mesmo padrão de referência, propomos a seguinte analogia e conceituação:

Marketing de boca-a-boca: indicação
Consideramos “a ação ou o ato de falar ou indicar algo a alguém”. Ação esta que nasceu praticamente junto com a humanidade e inerente das características do ser humano “social”. Próprio da vida em sociedade, uma necessidade básica de compartilhar coisas boas e ruins.
Todo ser humano, em maior ou menor frequência, já ouviu ou espalhou uma notícia, um fato, ou a popularmente chamada “fofoca”. Estas atitudes das pessoas, intencionalmente ou não, acabaram sendo usadas pelos “comerciantes” de todos os tempos.

Podemos considerar que, quando usadas de forma estratégica e profissional no mercado, temos a integração entre o marketing e o boca a boca. Ou seja, o marketing de boca a boca.

Marketing viral: multiplicação
É uma fase posterior e mais ampla do marketing de boca-a-boca. É preciso que existam ferramentas tecnológicas que permitam que ele se torne viral (ou pandêmico).
Talvez a primeira tecnologia que propiciou a multiplicação viral de informações tenha sido o telefone. Todavia, nada pode ser comparado à internet. A potencialização foi extrema. Em poucos cliques o conteúdo chega a uma infinidade de contatos e a internet propicia um alastramento muitíssimo mais rápido que no mundo real ou mesmo através do telefone.

Uma observação se faz necessária: consideramos como “fatos virais” as multiplicações de notícias, vídeos, etc. que acontecem naturalmente, sem ou com a intenção de tornar-se viral, mas que não divulgam propositadamente qualquer tipo de marca/produto/serviço.
Ações “pensadas” e preparadas intencionalmente por empresas, utilizadas como forma de divulgar uma marca/produto/serviço, é o que podem ser consideradas como “marketing viral”. Todavia, ainda estamos trabalhado em um nível superficial de “relacionamento” e apenas realizando a função de divulgação ou propagação da mensagem ao possível cliente da empresa.

Buzz marketing: relacionamento
O termo buzz traduzido para o português que dizer zumbido (Michaelis/UOL, 2009), mas podemos citar também alguns outros substantivos que ele indica: sussurro, murmúrio, rumor, isca artificial.

O “marketing do zumbido” é mais do que o espalhe de informações. Realiza um trabalho parecido com o das abelhas, que passam a ter um “relacionamento” mais íntimo e importante com as flores que fertilizam, levando um pouco de seu néctar e outros polens para fecundar outras flores. Uma relação natural, inteligente e necessária para a sobrevivência das duas espécies. Fazendo uma analogia com empresas e consumidores, que bom seria se mantivessem sempre uma relação assim!

Utilizando-se das características e técnicas dos anteriores, o buzz marketing é aprimorado com ações estratégicas bem definidas, elaboradas e monitoradas para atingir os objetivos previamente definidos. Parte do princípio da busca a um nível mais avançado de conhecimento e relacionamento com seu público-alvo, baseados inclusive nos estudos referentes ao consumidor.

O planejamento estratégico é necessário para o sucesso da ação. Busca-se o nível maior de comprometimento entre a empresa/cliente dentro da ação. Também poderão ser utilizadas técnicas e ferramentas de fidelização, ou em um termo mais recente, de evangelização de clientes (fazer com que os clientes sejam fiéis à marca/produto/serviço, ao ponto de querer “evangelizar” e até convencer outros possíveis clientes a comprá-los pensando sinceramente que: “Se é bom para mim vai ser bom para eles”).

Buzz sales: vendas
Seguindo o raciocínio anterior, o buzz sales é uma evolução ou uma sequência lógica e com objetivo bem definido, que é vender! Aqui batizamos com o nome de: “buzz sales”, ou “vendas por zumbido”. Esta etapa merece ser “separada”, analisada e planejada com todo o cuidado e atenção pelos profissionais de marketing e de vendas.

Preço, formas de pagamento, atendimento, garantias, etc. precisam ser ainda mais atraentes e as informações, claras e objetivas, para que haja o consumo através do buzz sales “online”. Com o buzz sales fechamos ciclo natural da ação de buzz, inciado pelo marketing de boca-a-boca, potencializado em sua multiplicação pelo marketing viral, qualificado pelo buzz marketing e convertido em vendas pelo buzz sales.

Uma ação pode ter todas estas etapas ou apenas uma, duas ou três delas. Tudo depende da necessidade e objetivos. Mas uma ação completa somente é finalizada com a venda do produto ou serviço.

Buzz force (Força do Zumbido).
O conjunto dessas ações é o buzz force. O termo “force” foi escolhido para que representasse toda a força que uma ação completa, bem feita e realizada pode obter de resultados. É um nome forte, com características de fácil lembrança, de possível aceitação pelos profissionais, e adequado a uma proposta de padronização.
Enfim, podemos relembrar as palavras chaves que resumem as características de cada etapa do BUZZ FORCE:

• Marketing de boca a boca: indicação
• Marketing viral: multiplicação
• Buzz marketing: relacionamento
• Buzz sales: venda

O que vale mais: A promoção ou a confraternização? nov 30

É sempre a mesma história. Final de ano chegando e as empresas começam as confraternizações. Festa do setor, amigo secreto, festa da empresa, churrasco na chácara do supervisor, e assim vai…

Até aí tudo bem. Acho válido que as empresas tenham esse momento de descontração e relaxamento depois de um ano de trabalho. Faz bem! Mas o que não entra na minha cabeça foi a cena que presenciei ontem a noite, em um shopping aqui de Curitiba-PR. A campanha anunciava que as lojas estavam com preços promocionais (pelo período de compras para o Natal). Ao chegar no shopping as 19h25, horário em que todas as lojas deveriam estar abertas, encontro justamente a loja em que eu iria comprar um presente, fechada.

A placa dizia: “Volto já”. Ok. Isso é normal. Mas ao prestar atenção em uma outra placa pendurada na porta, me surpreendi ao ler: “Fechamos mais cedo para a confraternização da empresa”. Na hora me perguntei: “Do que adiantou o investimento em mídia para anunciar que a loja estava em promoção se justamente naquele final de semana era a confraternização da empresa?”.

Ora, comentei com a minha noiva que realmente as pessoas são engraçadas. Aposto que se a promoção não sair a contento do dono da loja, ele culpará a mídia, dizendo que “fazer propaganda na TV não adianta”. Mas vai adiantar onde, se justamente no final de semana de promoção a loja fechou mais cedo para confraternizar? O ano pode ter sido maravilhoso, mas espera um pouco… será que tão bom assim que pudesse desprezar as últimas horas de promoção de um shopping lotado? – e estava tão cheio que, mesmo meia hora após o término das atividades das lojas e praça de alimentação, enfrentei uma fila considerável para pagar meu ticket de estacionamento.

Alguém tem que ensinar de uma vez por todas para o pequeno empresário, que só sabe falar mal do grande ao invés de tomar conta do seu negócio, que empresa só cresce quando tem trabalho!

Desprezar uma promoção com apelo tão grande de mídia por uma confraternização que poderia muito bem ter sido feita em outro dia?

O que vale mais: A promoção ou a confraternização?

Para terminar, acabei comprando o presente que precisava em uma outra loja que vendia o mesmo produto. Não me contive. Disse à vendedora que ela ainda venderia muito mais naquele dia, porque o concorrente resolveu fechar mais cedo para festar. Ela sorriu com satisfação e certamente ficou muito feliz com a informação!

Saíram as primeiras marcas mais faladas do Twitter nov 25

Pessoal, publicamos aqui no blog da FWF diversas ações feitas no Twitter por empresas de vanguarda em investimento em tecnologia digital, outras com ações mais simples e que também foram eficazes, bem como o próprio desenvolvimento desta rede social.

Hoje o assunto é: marcas mais faladas (ou twittadas) na rede.

Um estudo inédito do IDG – Instituto Digital, buscou avaliar o comportamento e a influência de diversas empresas através do Twitter.

Veja o texto bacana do Fábio Bandeira de Mello, do www.administradores.com.br:

A utilização do Twitter vem se tornando uma febre não somente para os internautas, mas também para empresas que querem estar mais perto do seu público. Um estudo inédito no Brasil, realizado pela IDG – Intituto Digital, buscou avaliar o comportamento e a influência de diversas empresas através do Twitter. Nesse trabalho foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos.

A pesquisa apontou que a presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a própria marca nessa rede social. Entre os setores que mais apostam na presença no Twitter estão os segmentos de telefonia e automotivo. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores) o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro.

O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar. Entre as marcas mais comentadas no microblog estão a Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura.

Dinâmica da Pesquisa

Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.

São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período.

Segundo o consultor do iDig, Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas. A pesquisa pode ser acessada no site www.idig-institutodigital.com.br.