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Marketing Social em 2010 fev 02

2010 está a toda! O mês de janeiro já passou e entramos naquela época pré-carnaval. Para alguns, tempo de curtir, para depois pensar em negócio. Já, para empresários inteligentes, o trabalho já começou!!!

Percebemos que pela movimentação do final de 2009 e início de 2010, teremos um ano de marketing social “bombando”. O que muita gente ainda não sabe, por mais que o assunto seja batido em fóruns e eventos da área, é que esse tipo de ação dá muito mais trabalho e exige muito mais das empresas do que elas estão acostumadas.

Para um bom trabalho de marketing social acontecer, acabou aquela história de “largar” tudo na mão da agência e do Diretor de Marketing. A empresa toda precisa se envolver. Desde o principal executivo até o cargo mais operacional. Afinal, marketing social exige replicar conteúdo, fazer com que ele se espalhe e viralize.

As ações mais conhecidas e que estão no auge são as de interação com redes sociais, como twitter, orkut, facebook e assim por diante. São inúmeros cases de sucesso do twitter, cases do orkut e cases do facebook, cada um contando quais foram as ideias e ações realizadas por uma marca. A unica coisa que quase ninguém diz é o investimento de pessoal que a ação exigiu.  E olha que isso faz toda a diferença quando falamos em redes sociais.

Gerar conteúdo é fácil. Gerar conteúdo relevante é difícil, exige muito trabalho e isso pede gente com vontade de fazer. Certa vez uma pessoa me disse que queria ver a sua empresa no twitter e orkut, fazer um “marketing de massa” e para isso ia delegar que seu assessor de marketing cuidasse do projeto.
Começou errado. Rede social não é marketing de massa, e sim de nicho. Você vai falar com públicos específicos que querem trocar informações com você. Depois, disse que o assessor de marketing seria o responsável. Oras, creio que é muito importante o marketing estar por dentro desses projetos, diria que é vital, porém, essa empresa tinha apenas uma pessoa para o marketing de três unidades e regionais. Como ela daria conta de fazer tudo? Resultado: o projeto não saiu do papel.

A intenção desse post é conscientizar a todos e dizer que sim, 2010 é o ano do marketing social. Mas, pelo amor de Deus, quando decidir investir em marketing social, contrate gente especializada e tenha a consciência de que toda a empresa terá que trabalhar!

Outra coisa importante é saber o que faz parte de um pacote de marketing social. Além das interações com redes sociais, outra ação que cresce muito é a de otimização do site da empresa, chamado de SEO. Aqui mesmo no nosso blog temos vários posts sobre o assunto. Em 2010, lançamos um braço da FWF, chamado SEOCuritiba, para atender a demanda dessa área tão importante para o marketing social.

Por fim, estudem muito o seu negócio antes de investir em qualquer ação de marketing, principalmente o social, onde a empresa terá que estar preparada para ouvir e assimilar muitos elogios, sugestões e críticas.

SEO – Por que o site da minha empresa precisa? jan 28

Atualmente, a internet é o berço de mais de 150 milhões de sites e esse número tende a crescer rapidamente.

Mas o que esses números tem haver com um trabalho de SEO? Eu respondo: TUDO!

Se formos fazer uma comparação com nosso dia-a-dia, entender a importância do SEO fica bem mais simples. Vamos supor que você esteja procurando um torcedor nas arquibancadas do Maracanã lotado, com mais de 80 mil pessoas. Um sistema que classificasse as pessoas de acordo com suas características lhe ajudaria muito nessa busca. E se essa pessoa possuisse características próprias, seu trabalho seria ainda mais fácil!

O mesmo funciona na internet. Os mecanismos de busca classificam os sites de acordo com suas características e, essa classificação, é que nos proporciona uma busca mais eficiente e direta.

Mas onde o SEO entra nessa história?

Justamente pelo fato do trabalho de SEO ser o responsável em criar mecanimos que proporcionará aos sites características únicas e relevantes para as buscas.

Aliando essas características únicas as demais ferramentas de um trabalho eficiente de SEO, como: conteúdo relevante, estrutura xhtml correta, metas tags, títulos únicos, linkbuilding, backlinks, mídias sociais, social bookmarking, etc, que o site alcançará as melhores colocações nas buscas mais específicas.

Esses resultados atrairão os visitantes e em consequência o reconhecimento da comunidade quanto a relevância do seu site.

Investir em SEO é muito mais do que as primeiras colocações nos mecanismos de busca. Trabalhar com SEO é atrair um público mais qualificado para seu site, proporcionando a visibilidade ideal para as conversões (visitas x vendas – visitas x contatos) estabelecidas em seu planejamento inicial.

Mais um case Twitter – Quem o resistirá? jul 31

No início dessa semana alguns jornais e sites divulgaram o conteúdo abaixo, que eu já havia tido acesso através da Folha de São Paulo (direto do New York Times) e enviado para um Informativo Semanal de Empresários, do qual sou responsável por gerar conteúdo de notícias, já na semana passada.

Como notei que a repercussão foi grande, resolvi disponibilizar para vocês aqui no Blog da FWF também, até porque refere-se à marketing digital e a agência tem trabalhado com muitas soluções nessa linha.

Aproveitem o conteúdo. É uma lição e ao mesmo tempo um convite às novas tecnologias.

Boa leitura!

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Por Claire Cain Miller, do New York Times – Folha de S. Paulo

Três semanas após Curtis Kimball inaugurar seu carrinho de sobremesas em San Francisco, notou que na fila, entre seus amigos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar um doce. E como o novo freguês o descobriu? Lendo no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até então não havia “realmente compreendido o propósito do Twitter”, a beleza da divulgação digital de freguês para freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta e hoje tem mais de 5.400 seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará e o cardápio de cada dia. “Eu adoraria dizer que tive uma excelente ideia e estratégia, mas na verdade o Twitter foi essencial para o sucesso do meu negócio”, afirma. Muito se disse sobre a maneira pela qual grandes empresas como Dell e Starbucks usam o Twitter para promover seus produtos e se comunicar com os clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias entre os usuários do serviço de microblogs.

Para muitas empresas de varejo desprovidas de orçamento publicitário, o Twitter se tornou o único recurso de marketing. É muito mais fácil estabelecer e atualizar uma conta do Twitter do que manter um site. E, porque os donos de pequenas empresas tendem a trabalhar diretamente com o consumidor, a intimidade propiciada pelo Twitter serve bem a eles. As pequenas empresas tipicamente conquistam mais de metade de seus clientes por meio de divulgação feita espontaneamente por outros consumidores, diz Greg Sterling, analista que estuda a influência da web no consumo e nas empresas locais. E o Twitter é uma manifestação digital disso. Os usuários do Twitter escrevem mensagens de no máximo 140 caracteres, e a cultura do serviço encoraja as pessoas a difundir informações entre os amigos que formam suas redes. O Umi, um restaurante de sushi em San Francisco, chega a receber cinco novos fregueses por noite devido a informações que os consumidores encontram no Twitter, disse Shamus Booth, um dos proprietários. Ele anuncia no Twitter o peixe fresco do dia -”O O-Toro [atum azul] de hoje é um dos mais saborosos e suaves que já servimos”, escreveu Booth em post recente- e oferece saladas de algas gratuitas aos clientes que mencionarem o Twitter.

Mas o serviço não atende apenas a empresas que desejam atrair clientes descrevendo alimentos que dão água na boca. Para Cynthia Sutton-Stolle, coproprietária de um antiquário em uma pequena cidade do Estado do Texas, o Twitter tem servido como forma de encontrar tanto fornecedores quanto clientes, em todo o país. Desde que ela começou a usar o Twitter, em fevereiro, conectou-se a pessoas que produzem luminárias e velas, que posteriormente vieram a encomendar em sua loja, e vendeu alguns milhares de dólares em mercadorias a clientes de fora da cidade de Columbus. “Nós ainda nem criamos um site e não estávamos tentando começar coisa alguma no ramo do comércio eletrônico”, disse. “O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha.”
Chris Mann, dono do Wood -house Day Spa, em Cincinnati, usa o Twitter para divulgar descontos em massagens e serviços de manicure. Promover esses serviços pelo Twitter é mais efetivo do que usar o e-mail. Ele pode fazer atualizações de seu telefone celular, enquanto “todas as outras empresas enviam e-mails”, afirma Mann. Mesmo que os clientes de uma loja não sejam usuários do Twitter, o serviço pode se provar útil para os empresários, diz Becky McCray, que opera uma loja de bebidas em Oklahoma.

Em cidades como a dela, com apenas 5.000 habitantes, os proprietários de empresas de pequeno porte podem se sentir isolados, diz. Mas, por meio do Twitter, ela recebeu dicas sobre impostos de um contador, informações de marketing de um consultor e conselhos sobre como gerir uma empresa iniciante do fundador de diversas companhias de tecnologia. Anamitra Banerji, gerente de produtos comerciais no Twitter, diz que, quando começou a trabalhar para a empresa, vindo do Yahoo!, em março, “imaginava que aqui fosse o lugar em que as grandes empresas estão. Mas o que constato mais e mais, para minha surpresa maior a cada dia, é que temos empresas de todos os tipos”.

O Twitter, que por enquanto ainda não está faturando, no momento concentra esforços em ensinar às empresas como aderir e aproveitar seus recursos, disse Banerji, e a companhia planeja publicar estudos sobre casos bem sucedidos. Ele também está envolvido no desenvolvimento de produtos que o Twitter possa vender a companhias de todos os portes, entre os quais recursos que permitem confirmar contas empresariais e analisar o tráfego em seus perfis.

De acordo com Banerji, os proprietários de pequenas empresas gostam do Twitter porque podem conversar diretamente com os clientes de uma maneira que, no passado, só poderiam fazer em pessoa. “Estamos constatando que a distância emocional entre empresas e consumidores está se encurtando consideravelmente.”

Internet cresce 25%, bom pra quem já sabia! jul 02

O relatório apresentado pelo Projeto Inter-Meios, que tem por objetivo levantar, em números reais, o volume de investimento publicitário em mídia no Brasil, apontou um crescimento acumulado, nos quatro primeiros meses do ano, de 25% da internet. Esse número anda de mãos dadas com outros já apresentados, que mostram a evolução no acesso à internet do Brasil e que os brasileiros são os internautas que mais passam tempo na web.

Investir em marketing digital vem tornando-se comum para muitas empresas, principalmente por dois motivos: é onde as pessoas estão (dependendo do perfil de público) e os valores de investimento são menores do que os de mídias tradicionais (isso em tempos de crise conta muito). O segredo está em saber o que e como fazer marketing na internet.

Muita gente por aí acha que basta transformar um anúncio para revista em um banner que você está fazendo marketing digital. Esse conceito é equivocado, já que uma peça eletrônica tem muito mais interatividade do que um anúncio ‘estático’. Aí começam os problemas… Mas então, o que fazer? Como fazer? Quem pode fazer isso pela minha empresa? Com que velocidade? Como se mede resultados?

Bom, vou dar umas dicas que podem ser úteis, principalmente para as empresas que estão começando:

1. Pense que uma coisa são as mídias tradicionais (offline), outra coisa são as mídias online. Enquanto uma solução pode ser viável em meios offline, pode não ser no online e vice e versa.

2. A internet é um meio interativo e dinâmico. Pense que você deverá ter uma “boa história para contar” e agilidade na geração de conteúdos para chamar a atenção do seu público alvo e fazer com que ele se comprometa com a sua causa.

3. Preocupe-se em contratar profissionais que entendam de marketing online (ou digital, como preferir). Uma equipe focada em soluções para a web é fundamental.
ATENÇÃO: Não adianta designar “o cara da informática” para fazer esse trabalho. Essa pessoa certamente fará parte da equipe, porém, sozinha ela não encontrará nenhuma solução eficaz.

4. O retorno para investimento na internet depende da criatividade, liberdade e verba destinadas às ações. Mas tenha paciência. Nada é feito do dia para a noite.

5. Os resultados para investimentos em meios online podem ser medidos de diversas formas. Quando se fala em retorno de acesso ao site, e-commerce etc, um bom web analytics deve ser utilizado (sugestão: Google Analytics). Já para ações em Rede Sociais, a melhor maneira de medir resultados é monitorar como a sua ação/campanha está repercutindo.

Finalizo com um momento JABÁ, até porque esse site é da agência na qual trabalho. Os clientes da FWF estão, cada um em sua devida proporção, no bolo dos que estão comemorando o crescimento da participação da internet, pois a agência já trabalha com soluções online e marketing digital há algum tempo (não é muito tempo, mas o suficiente para ser reconhecida pelos clientes e apresentar resultados concretos e eficazes de ações/campanhas).

Marketing na Internet jun 26

Este artigo pretende discutir não a parte técnica de como posicionar um site nos mecanismos de busca, pois isto depende de inúmeros fatores a serem analisados, mas sim a necessidade e a importância que um site otimizado tem para uma empresa.


Necessidade porque as empresas precisam ampliar mercados e atingir sempre públicos novos.

Importância porque hoje é uma das estratégias de marketing na internet que gera excelentes resultados.

As empresas que possuem um site de 2ª ou 3ª geração (clique AQUI para ler artigo sobre as Gerações do site) buscam ampliar as oportunidades de negócios e uma das ações estratégicas demarketing na internet mais eficientes e com resultados quase que imediatos é colocar o site entre os primeiros resultados dos mecanismos de busca.

No Brasil o Google é disparado o líder, com 90% de utilização (clique AQUI para ver gráfico com a pesquisa sobre qual o mecanismo de busca preferido no Brasil).

Se você for pensar quais as Marcas líderes na internet brasileira com certeza irá lembrar de Submarino, Americanas e Mercado Livre, independente de ser um cliente ou não destas empresas. Correto? Pois bem.

O que faz você se lembrar destas Marcas?

Entre os inúmeros fatores que fizeram estas Marcas atingirem a liderança no mercado brasileiro, uma das principais ações que estes três sites fizeram é se posicionar de forma correta nos mecanismos de busca. Toda vez que uma pessoa pesquisa alguma palavra nosmecanismos de busca acontece duas situações:

Primeiro, ele irá encontrar várias respostas, sendo muitas delas sem resultado prático para a pesquisa, pois muitos sites aparecem “por acaso”, ou seja, não são otimizados, mas por causa de alguns detalhes eles aparecem nas primeiras posições. Portanto, quem está pesquisando irá com certeza pular estas páginas até encontrar empresas que possam atender a sua necessidade.

Segundo, ao pesquisar alguma palavra, o internauta SEMPRE irá encontrar respostas, mesmo que a resposta esteja do outro lado do mundo e é exatamente isto que o empresário precisa entender e se preocupar.

Antes da internet, uma pessoa saia na rua procurando algum produto ou serviço e caso não o encontra-se na sua região, ele desistia ou buscava outra alternativa. Era o momento do mercado totalmente regionalizado, sem grandes ameaças e com a concorrência bem identificada.

Hoje isto não acontece mais. Se uma pessoa pesquisar algo na internet COM CERTEZA ela vai encontrar inúmeras respostas. Respostas estas que podem direcionar o internauta para empresas de outras cidades, de outros estados e até de outros países.

E isto é extremamente preocupante para empresas com atuação local ou regional. Por quê?

Porque estas empresas sofrem uma concorrência quase invisível, pois o concorrente normalmente não tem nenhuma ação local e passa despercebido pelos empresários que analisam a concorrência na sua região.

E como hoje milhões de busca são feitas diariamente, isto demonstra a necessidade e a importância que uma empresa precisa dar ao posicionamento do site na internet.

No mercado americano, quando uma empresa contrata o desenvolvimento de um site, ele já é planejado e programado para posicionar-se de forma correta nos mecanismos de busca, pois esta é uma das principais estratégias de marketing na internet.

O não entendimento desta premissa faz com que as empresas construam sites com diversos problemas de estrutura e programação, impedindo-os de se colocarem no topo dos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Quer um exemplo do problema acima?

No Brasil “ainda” se privilegia muito o uso de flash em TODO o site. Não sou contra o flash, pelo contrário, mas utilizá-lo em todo o site, inclusive em locais onde deveria ser texto é um erro grosseiro de planejamento, ou da falta dele.

Outro exemplo?

A empresa contrata um desenvolvedor e não questiona a tecnologia que será utilizada na programação do site. Pronto. Ele poderá ter um site bonito, bem construído, mas com sérios problemas de posicionamento, pois não foram observadas pequenas regras nesta construção.

Existem milhares de sites que possuem estes dois problemas juntos. E ai, não existe milagre que resolva este problema. Só a construção de um novo site baseado nas informações fornecidas por uma empresa especializada em marketing digital.

Portanto, é importante, que no momento da definição do “fornecedor” que irá construir um novo site ou reformular o atual, o empresário pesquise empresas que possam compreender a sua necessidade e contribua desenvolvendo um planejamento que possibilite a esta empresa ter um bom posicionamento nos resultados das pesquisas feitas nos mecanismos de busca.

Como escolher seu fornecedor?

É fácil. Peça para ele fornecer as seguintes informações na proposta:

- Qual a Metodologia utilizada e que resultados ela comprovadamente oferece
- formas de mensuração online dos resultados obtidos
- relação de clientes atendidos.

Fonte: WBI Brasil.

13,2 milhões de brasileiros compraram online em 2008 jun 25

O número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões  em 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados da 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgado nesta terça-feira (17/03).

O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008.

O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. A participação de internautas com mais de 50 anos de idade também cresceu e representou 19% da base de e-consumidores em 2008.

O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (8,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais.

Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti.

Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Até o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online.

CDs e DVDs saem de cena

Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).

As vendas de CDs e DVDs, que chegaram a representar mais de 40% dos pedidos na internet brasileira no Natal de 2002, registraram menos de 5% de participação no e-commerce em 2008, deixando de figurar entre as categorias mais vendidas no ranking deste ano.

A mudança no hábito do consumidor, reforçada pela pirataria e pelas redes de compartilhamento de arquivos (P2P) colaboraram para a queda nas vendas de CDs e DVDs, nos últimos seis anos, aponta a e-bit. “Houve uma mudança de hábito de consumo [neste segmento]. A realidade é essa. Há um comportamento de compartilhamento entre os consumidores. A indústria deve criar novos modelos para ganhar dinheiro”, avalia Pedro Guasti.

Fonte: WBI Brasil.

Social Media – Tecnisa Parte 1 jun 12

Uma notícia recente movimentou o mundo das Redes Sociais. A Tecnisa, empresa do ramo de construção civil, vendeu um apartamento pelo Twitter. Isso mesmo. Um apartamento no valor de 500 mil reais. Não só as Redes, mas diversas empresas que investem em Social Media, devem ter se perguntado: como uma empresa vende um imóvel através do Twitter?

Bom, mas esse não é o assunto principal desse post. O fato é que, com um trabalho que começou em 2001, a Tecnisa virou hoje uma referência em como explorar com êxito as Redes Sociais. Roberto Aloureiro, gerente de marketing em Redes Sociais da empresa, esteve no Social Media Brasil e fez uma palestra irretocável sobre o histórico de investimentos da empresa na internet.

A internet tem hoje três tipos de usuários (personas): o turista, o imigrante e o nativo. Os dois primeiros nasceram na época do telégrafo, da correspondência via carta, do telefone fixo e da máquina de escrever. A diferença é que o imigrante é de uma geração mais nova e soube absorver melhor as novas tecnologias. O último dos três usuários é “de casa”. O nativo já nasceu com todas as tecnologias a disposição e vive desde sempre com elas.

- Para o turista, internet é sinônimo de conta de e-mail, conta de orkut (criada por um imigrante ou nativo e quase nunca acessada), Google e declaração de Imposto de Renda. Para ele o celular serve apenas para fazer e receber chamadas.
- Para o imigrante, internet é tecnologia. Facebook, Twitter, iGoogle, msn, skype, youtube, blog. Ele está ligado em tudo que aparece. Para ele, celular serve para enviar e receber sms, acessar internet etc.
- Para o nativo, internet é o quintal de casa. A palavra de ordem é Redes Sociais. Essa pessoa faz tudo pela internet ou via celular. Isso é natural, faz parte da sua vida. Geralmente, antes de comprar um produto, escolher assistir um show ou um filme no cinema, consulta a opinião de amigos e até de pessoas que nunca viu antes.

O ambiente corporativo impõe algumas barreiras para a Inovação:
1. O dono: ele só quer saber se isso vai dar dinheiro.
2. O departamento de TI: geralmente na opinião deles tudo deve ser bloqueado.
3. O departamento de marketing: Quando gerido por um “tiozão”, as ações geralmente ficam restritas e tendem a nunca inovar.
4. A agência: Algumas empresas têm “gênios” que criam ações mirabolantes, mas que muitas vezes não funcionam.
5. A zona de conforto: Esse é o estágio mais avançado, quando a empresa acredita ter feito tudo que podia e fica estagnada.

Frente a essas barreiras fica a pergunta:
É necessário a empresa ter uma mudança de cultura ou uma cultura de mudança?
Creio que seja a cultura de mudança, pois a tecnologia se reinventa a cada dia.

No próximo post falarei mais sobre a cultura da Tecnisa. Não percam!

Podcast 01 – Marketing Digital jun 09

Olá amigos,

É com imenso prazer que anunciamos a inauguração do nosso podcast! Nele traremos debates, discussões, comentários, e uma infinidade de conteúdo diversificado para acrescentar ao nosso blog.

Basta clicar no botão do play logo abaixo.

Google apresenta o novo GOOGLE WAVE jun 01

No último dia 29 de maio, sexta-feira, a Google apresentou seu mais novo ‘brinquedinho’, o Google Wave. Chamo de brinquedinho porque ainda está nas mãos dos engenheiros e programadores. Eles devem estar se divertindo com ele!

A ideia é que o Wave unifique e-mail, messenger, fotos e diversas outras ferramentas de comunicação na web. Se chegar a ser lançado, ele poderá um dia ser o divisor de águas dos serviços na internet.

Empresas como Microsoft e o próprio Twitter podem ter dores de cabeça futuras com o Wave. Mas isso não será tão cedo. Para que funcione da maneira para que está sendo projetado, todo mundo com quem você se comunica precisará ter uma conta no Wave que seja checada regularmente.

O princípio básico do produto é de ser uma plataforma open-source e gratuita do Google, que poderá ser atualizado por outras empresas. Mas, por querer substituir duas das mais universais ferramentas da internet, o e-mail e o instant messenger, o Wave precisará ser muito disseminado para ser efetivo.

Por enquanto o Google Wave é apenas um brinquedinho que parece ser impossível de substituir as outras ferramentas que usamos para nos comunicar. Por enquanto…

Referência bibliográfica:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/index.jsp?Google_anuncia_novo_e_mail em 01/06/2009, as 22h18.

Sua empresa não tem site?Que pena!Seu concorrente já! mai 29

Vivendo em um mundo globalizado, o site deixou de ser um luxo e passou a ser pré-requisito para a empresa sobreviver e ter sucesso.

Calma. Ainda há tempo. Se a sua empresa ainda não se preocupou em ter um site, pode mudar de opinião rapidamente – quem sabe isso aconteça enquanto durarem essas linhas.

Ter um site há muito tempo deixou de ser um luxo e tornou-se uma necessidade, um pré-requisito para quem quer sobreviver e ter sucesso no mercado globalizado. Graças aos avanços da tecnologia, é possível que hoje um potencial cliente, mesmo estando ao lado da sua loja, acesse e compre o mesmo produto que você vende, só que pela internet, em um concorrente seu. Mas mantenha a calma. Não adianta agora você sair correndo atrás de alguém para fazer o seu site. Esse trabalho deve ser profissional e estruturado. Não basta ter um site bonito, ele tem que se comunicar de maneira eficaz com o seu público alvo e ser vendedor. Um site é o primeiro passo para uma empresa que está começando na internet, por isso deve ser criado com cuidado e pensando em ações de marketing futuras.

Há dois anos, a agência foi contratada para criar o site de uma empresa que trabalha com cartões comemorativos – aqueles cartõezinhos que você dá para sua namorada, um aniversariante, mãe etc. Como havia crescido e conquistado espaço no cenário nacional, a empresa precisava ter uma ferramenta de comunicação eficaz na internet. O custo de envio de mostruário, pelo correio, para o Brasil inteiro já era uma conta alta e difícil de ser paga. Foi quando entramos em ação. Transformar todo o portfólio de produtos da empresa em mostruário digital era uma necessidade evidente – e que poderia determinar a alavanca para o sucesso absoluto do negócio. Foi o que fizemos. Em um trabalho de equipe, onde a agência teve as ideias e contou com toda a estrutura de apoio da empresa, foi criado o site e um espaço dedicado para o acesso do cliente. Nesse espaço, estavam expostos os principais cartões das coleções. O resultado foi fantástico! Além da economia em postagens de cartões de mostruário via correio, o televendas da empresa gastava menos tempo nas ligações para fechar as vendas. Isso também gerou economia. São ações como essa, inteligentes e estruturadas, que fazem com que o seu site seja eficiente.

Atenção! Antes de começar a criar o seu site, saiba bem o que seu cliente quer. Como já disse, não adianta apenas um desenho bonito se o site não é eficaz. Procure profissionais qualificados que poderão ajudar você desde o desenvolvimento do projeto até a execução.