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Arquivo por tags "marketing"

Quantidade ou menor preço? jun 04

Você sabia que o preço que pagamos pelos produtos está ligado à quantidade da oferta e ao poder de armazenamento e compra da empresa que nos vende?

Acredito que sim.

Mas o que muita gente não sabe é que esses preços estão ligados à estratégia adotada pela empresa. Recentemente, lendo o livro entitulado “Marketing. As regras do jogo”, conheci a linha estratégica da ALDI, cadeia de supermercados e produtos alimentícios que fica na Alemanha e já tem lojas espalhadas por outros países – inclusive com uma rede de luxo nos Estados Unidos, a Trader’s Joe.

Preço baixo e produtos com alta qualidade. Essa é a política da empresa. Com lojas simples e pouca variedade de marcas, a ALDI tem se tornado um pesadelo para os concorrentes e uma válvula de escape para os consumidores – principalmente àqueles que tinham hábitos de consumo mais exacerbados e tiveram que frear, frente à crise mundial.

A maioria das marcas expostas nas prateleiras são próprias e, nesses casos, com produtos 100% orgânicos. Enquanto em um supermercado comum, são mais de 20.000 produtos a disposição do consumidor, na ALDI, esse número não passa de 700.

O que faz com que a empresa cresça a passos largos é a adesão das pessoas ao conceito de frugalismo. Por que comprar um achocolatado da marca X se eu posso comprar o da Y por um valor 80% mais barato? Nas lojas da ALDI, as pessoas encontram uma marca de ervilha e no máximo duas de papel higiênico.

Estratégias que fogem ao padrão tendem a repercutir mais. Como a ALDI tem capacidade de estoque e poder de barganha maior, alguns fornecedores reclamam da desvalorização do produto na hora da negociação. Isso na verdade está ligado à uma cultura onde quem fazia o preço era o fornecedor, mas hoje, esse processo inverteu. Com dinheiro nas mãos, o comprador tem um poder muito maior.

Bom, no Brasil esse conceito ainda está meio longe de se tornar um hábito. Por enquanto teremos que pagar pela concorrência de marcas e pelo estoque do supermercado onde fazemos as nossas compras. Mas quem sabe no futuro isso não muda!

Nem o bondinho escapou… jun 02

Antes de mais nada, quero deixar claro que apesar de ser publicitário e trabalhar com marketing e propaganda, acredito que determinadas ações são exageradas. Parece que alguns “profissionais” só pensam nas pessoas como consumidores que precisam ser bombardeados o tempo todo!

Dá um tempo!

A mais nova dessa turma é poluir um dos cartões postais mais conhecidos do nosso país, o bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. As empresas de mídia indoor que venceram a concorrência já trabalham para fechar 4 cotas de exibição. Dentre as possibilidades, os anunciantes poderão expor suas marcas em painéis instalados na bilheteria, nas escadarias de acesso às estações, nos separadores de fluxo de fila (que serão personalizados), envelopando catracas e testeiras internas nas estações, e nas grades das plataformas. Além disso, haverá espaço para eventos patrocinados e possibilidade de projetos especiais de branding e sampling (distribuição de brindes). Ao menos dentro dos bondinhos não haverá propaganda.

Pode parecer estranho um profissional da área, dono de agência, criticar o surgimento de mais uma mídia indoor. Mas só parece. Antes de mais nada sou defensor do consumidor; porque também sou. Mídias inteligentes podem e devem ser criadas e exploradas. Agora, mídia que extrapola o limite entre a informação e a invasão da privacidade? Isso é demais! Tá na hora do mercado mudar. É tanta tecnologia a disposição que parece que nos idiotizamos e pensamos sempre nas mesmas soluções.

É como a lei “cidade limpa” que algumas cidades adotaram. Não que eu seja defensor da poluição visual causada pelo excesso de mídias exteriores, pelo contrário, mas em São Paulo proibíram fachadas em pontos comerciais e derrubaram alguns quadros de outdoor. Tudo isso pra quê? Eu sou paulistano e nunca tinha me deparado com tamanha poluição visual que virou o metrô. Tem espaço para exibição em tudo quanto é lugar. A pessoa fica perdida no meio de tanta informação. E minha pergunta é simples: Quantas pessoas ao saírem da estação do metrô lembram-se das marcas ou produtos que viram expostas ali?

Quantas pessoas (brasileiros e estrangeiros), após o passeio no bondinho, lembrarão das empresas anunciantes? Posso estar completamente errado, e não terei vergonha de admitir caso no futuro constate que esteja, mas essa nova mídia indoor nasce para ser mais uma mídia de apoio ineficiente, como tantas que vemos por aí! 

Gente. Sejamos inteligentes!

Google apresenta o novo GOOGLE WAVE jun 01

No último dia 29 de maio, sexta-feira, a Google apresentou seu mais novo ‘brinquedinho’, o Google Wave. Chamo de brinquedinho porque ainda está nas mãos dos engenheiros e programadores. Eles devem estar se divertindo com ele!

A ideia é que o Wave unifique e-mail, messenger, fotos e diversas outras ferramentas de comunicação na web. Se chegar a ser lançado, ele poderá um dia ser o divisor de águas dos serviços na internet.

Empresas como Microsoft e o próprio Twitter podem ter dores de cabeça futuras com o Wave. Mas isso não será tão cedo. Para que funcione da maneira para que está sendo projetado, todo mundo com quem você se comunica precisará ter uma conta no Wave que seja checada regularmente.

O princípio básico do produto é de ser uma plataforma open-source e gratuita do Google, que poderá ser atualizado por outras empresas. Mas, por querer substituir duas das mais universais ferramentas da internet, o e-mail e o instant messenger, o Wave precisará ser muito disseminado para ser efetivo.

Por enquanto o Google Wave é apenas um brinquedinho que parece ser impossível de substituir as outras ferramentas que usamos para nos comunicar. Por enquanto…

Referência bibliográfica:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/index.jsp?Google_anuncia_novo_e_mail em 01/06/2009, as 22h18.

Sua empresa não tem site?Que pena!Seu concorrente já! mai 29

Vivendo em um mundo globalizado, o site deixou de ser um luxo e passou a ser pré-requisito para a empresa sobreviver e ter sucesso.

Calma. Ainda há tempo. Se a sua empresa ainda não se preocupou em ter um site, pode mudar de opinião rapidamente – quem sabe isso aconteça enquanto durarem essas linhas.

Ter um site há muito tempo deixou de ser um luxo e tornou-se uma necessidade, um pré-requisito para quem quer sobreviver e ter sucesso no mercado globalizado. Graças aos avanços da tecnologia, é possível que hoje um potencial cliente, mesmo estando ao lado da sua loja, acesse e compre o mesmo produto que você vende, só que pela internet, em um concorrente seu. Mas mantenha a calma. Não adianta agora você sair correndo atrás de alguém para fazer o seu site. Esse trabalho deve ser profissional e estruturado. Não basta ter um site bonito, ele tem que se comunicar de maneira eficaz com o seu público alvo e ser vendedor. Um site é o primeiro passo para uma empresa que está começando na internet, por isso deve ser criado com cuidado e pensando em ações de marketing futuras.

Há dois anos, a agência foi contratada para criar o site de uma empresa que trabalha com cartões comemorativos – aqueles cartõezinhos que você dá para sua namorada, um aniversariante, mãe etc. Como havia crescido e conquistado espaço no cenário nacional, a empresa precisava ter uma ferramenta de comunicação eficaz na internet. O custo de envio de mostruário, pelo correio, para o Brasil inteiro já era uma conta alta e difícil de ser paga. Foi quando entramos em ação. Transformar todo o portfólio de produtos da empresa em mostruário digital era uma necessidade evidente – e que poderia determinar a alavanca para o sucesso absoluto do negócio. Foi o que fizemos. Em um trabalho de equipe, onde a agência teve as ideias e contou com toda a estrutura de apoio da empresa, foi criado o site e um espaço dedicado para o acesso do cliente. Nesse espaço, estavam expostos os principais cartões das coleções. O resultado foi fantástico! Além da economia em postagens de cartões de mostruário via correio, o televendas da empresa gastava menos tempo nas ligações para fechar as vendas. Isso também gerou economia. São ações como essa, inteligentes e estruturadas, que fazem com que o seu site seja eficiente.

Atenção! Antes de começar a criar o seu site, saiba bem o que seu cliente quer. Como já disse, não adianta apenas um desenho bonito se o site não é eficaz. Procure profissionais qualificados que poderão ajudar você desde o desenvolvimento do projeto até a execução.